31.10.08
Loureiro dos Santos, secundado pelo antigo chefe do Estado-maior do Exército, general Garcia Leandro, e pelo presidente da Associação dos Oficiais das Forças Armadas, disse que um grupo de militares menos prudentes «pode fazer alguns disparates, mas que poderão ter uma certa repercussão pública não só nacional, mas até internacional e portanto ter também efeitos muito negativos para a nossa democracia avançada e madura». A ameaça (usando anónimos), vinda, mesmo que por portas travessas, de quem tem, por decisão do Estado, armas, demonstra falta de adequação às regras democráticas.[o artigo]
No ranking das vinte piores escolas só uma é privada. No ranking das vinte melhores só uma é pública. É claro que isto não quer dizer absolutamente nada sobre o trabalho dos professores do ensino público. Absolutamente nada. Eu é que embirro com os professores. Mas os Professores estão atentos. Olhem para eles a abordar a questão da qualidade de ensino.29.10.08
Viseu

27.10.08
Título original: W.
De: Oliver Stone
Com: Josh Brolin, Thandie Newton, Elizabeth Banks, Richard Dreyfuss
Género: Dra
Classificação: M/12
EUA/Hong-Kong, 2008, Cores, 131 min.
"Se não nos falha a memória, W. é o primeiro «não documentário» da história do cinema americano sobre um Presidente do país ainda em funções. O Bush que Stone «inventou» a partir de depoimentos de vários biógrafos é um homem que, no fundo, só chegou aonde chegou por querer conquistar o respeito e o amor do seu pai. É um ponto de vista, mas também um tipo de psicologismo superficial que, cinematograficamente, interessa pouco. Em termos estruturais, também não se pode dizer que Stone marque pontos em W., «saltando» aleatoriamente por várias etapas de Bush (sem tocar no ataque às Twin Towers) até ao fim do seu primeiro mandato. Por outro lado, W. também não acusa nem glorifica um «actor indesejado» agora prestes a sair de cena, salvando-se Stone de qualquer género de cruzadas demagógicas, ao jeito de um Michael Moore."Francisco Ferreira, Expresso de 25/10/2008
São Pedro do Sul
As termas de S. Pedro do Sul, geridas pela empresa municipal Termalistur, que nos últimos anos atraíram uma média de 25 mil utentes, cresceram 8% (mais 533) no primeiro semestre de 2008. Segundo a autarquia, a estância "lidera o grupo das quatro termas onde se registou aumento de frequência". E domina o ranking ao deter "cerca de um quarto da população termal portuguesa".Ao crescimento de S. Pedro do Sul não é alheio, segundo a autarquia, o investimento de 10 milhões de euros concluído o ano passado na requalificação do balneário D. Afonso Henriques (o mesmo tinha acontecido antes com o Rainha D. Amélia) que à sua conta passou a ter uma capacidade para 45 mil aquistas/ano, sendo um dos melhores da Europa.
25.10.08
24.10.08
22.10.08
21.10.08
20.10.08
Título original: Lou Reed's Berlin
De: Julian Schnabel
Género: Doc, Mus
Classificação: M/6
EUA/GB, 2008, Cores, 85 min.
"Não se sabe ao certo por que motivo Reed nunca tocou Berlin ao vivo durante os 33 anos que se seguiram. Em 1973, Lou já era um deus depois de toda a história dos Velvet Underground e do êxito colossal de Transformer, matriz do glam rock, famoso pelo seu «wild side». Mas o «wild side» de Berlin é outro, profundamente mais negro e triste. Já não estamos na Nova Iorque efervescente e bissexual da Factory de Warhol, mas numa Berlim cinzenta, não menos viciosa, tão fria quanto a guerra que lhe erguera um muro e a dividira em dois. Entre a festa de Transformer e a decadência de Berlin existe um abismo. Há quem jure que Berlin, para Reed, estava muito mais perto do osso do que as lantejoulas do passado. Há quem diga que as dez canções de Berlin nunca se adequaram a um concerto ao vivo, já que o disco produzido por Bob Ezrin foi concebido como uma ópera-rock. Também há quem defenda que o redondo fracasso comercial do disco nos EUA perturbou Reed, que rapidamente quis mudar de página, apesar das vozes que logo consideraram Berlin uma obra-prima."
"Em Dezembro de 2006, Lou Reed decidiu retirar o disco dos escombros e «levou-o à cena» durante cinco noites, no St. Ann’s Warehouse de Brooklyn. Foi este o filme-concerto que Julian Schnabel registou em 16mm e que agora chega às salas. Schnabel foi também responsável pela decoração: filmou um conjunto de «sketches» que procuram reflectir a vertigem das canções (destaca-se uma Emmanuelle Seigner no papel que se presume ser de Caroline). Esses «sketches», algo abstractos, foram retro-projectados durante os espectáculos. Reed acabaria por aproveitá-los e lançar uma «Tournée Berlin» que pôde ser vista em Portugal, no passado mês de Julho. No filme, Reed está acompanhado de Steve Hunter (guitarrista do álbum de 1973), do vocalista Antony Hegarty, de uma panóplia de outros músicos e instrumentos que não faziam parte da base instrumental do disco (trompas, violinos e violoncelos...) e, surpresa, do Brooklyn Youth Chorus, composto por 35 adolescentes. Não se pode deixar de referir o choque provocado entre estas vozes celestiais e as letras das canções do disco, que são histórias de autodestruição terríveis. Para além das dez canções de Berlin, Reed deixa-nos três encores: uma versão brilhante do seu «Rock Minuet» (do seu álbum Ecstasy, de 2000), um dueto de «Candy Says» com Antony Hegarty (também ele de voz angelical) e «Sweet Jane», a magnífica canção dos Velvet que é outra história de amor sobre outra dupla de revoltados."Francisco Ferreira, Expresso de 18/10/2008
18.10.08
17.10.08
Título original: Auf der Anderen Seite
De: Fatih Akin
Com: Baki Davrak, Tuncel Kurtiz, Nurgül Yesilçay
Género: Dra
Classificação: M/12
ALE/ITA/Turquia, 2007, Cores, 122 min.
Miguel Cintra Ferreira, Expresso de 11/10/2008
15.10.08
CA - http://ca.com/us/securityadvisor/virusinfo/scan.aspx :Antivírus da ComputerAssociates. Precisas apenas de confirmar a execução, quando uma mensagem de ActiveX for exibida. Funciona apenas via Internet Explorer.
MCAFEE - http://us.mcafee.com/root/mfs/:
Antivírus online da McAfee. Utiliza o mesmo mecanismo premiado da McAfee para desktops. Funciona apenas via Internet Explorer.
PANDA - http://www.pandasecurity.com/usa/homeusers/solutions/activescan/:
Versão online do Panda Antivirus. Rastreia mais de 180 mil vírus, trojans e worms. Funciona apenas via Internet Explorer.
TREND MICRO - http://housecall.trendmicro.com/:
Antivírus Trend Micro via Internet. Além de varrer o computador a procura de vírus, procura vulnerabilidades do Windows, impedindo a infestação.
13.10.08
Título original: Savage Grace
De: Tom Kalin
Com: Julianne Moore, Stephen Dillane, Elena Anaya
Género: Dra
Classificação: M/18
ESP/EUA/FRA, 2008, Cores, 97 min.
"Quinze anos depois, outro tema provocante e outra história inspirada num caso real. Desta vez, trata-se da tragédia de Barbara Baekeland, do marido e do filho, que envolve sexo, crime, incesto, tendo por pano de fundo a alta sociedade americana, desocupada e em vilegiatura pelo mundo."
"Desejos Selvagens é a adaptação do livro de Natalie Robins e Steven M. L. Aronson, que conta, com um realismo brutal, o drama daquela família disfuncional, desde o nascimento do filho Tony (interpretado por Barney Clark, em criança, e por Eddie Redmayne, em adulto), em 1947, até à tragédia, que ocorre em 1972. Ao longo de um quarto de século, o filme dá-nos uma hábil reconstituição de época, sem necessidade de recorrer a grandes efeitos, que nos leva da sofisticação americana dos anos 40 à «swinging London» da década de 70, ao fazer-nos acompanhar o percurso (a)moral e social daquela família."
"Desejos Selvagens é, principalmente, a história de uma mulher, Barbara Daly (fabulosa Julianne Moore, com uma interpretação soberba, ao nível da que nos deu em filmes como Seguro e Longe do Paraíso, ambos dirigidos por Todd Haynes). Barbara, modelo e candidata a actriz em Hollywood, no pós-guerra casa com o herdeiro da família Baekeland, Brooks (Stephen Dillane, de novo ao lado de Julianne Moore, depois do sucesso de As Horas), num desejo de promoção social que, contraditoriamente, o seu comportamento põe, com frequência, em causa, devido à sua linguagem desbragada e a um sentido para a provocação. Este comportamento vai a pouco e pouco alienando o marido, que passa o tempo em conquistas de ocasião, explorando a história da sua família (o avô fora o descobridor do plástico baquelite, que o enriquecera) e da sua fortuna, que se limita a gastar, junto de jovens ambiciosas, enquanto Barbara se envolve com o filho numa relação possessiva, de que resulta uma criança de sensibilidade delicada, indecisa e angustiada e que em adulto vai revelar uma sexualidade ambígua, que se afirma abertamente homossexual quando o próprio pai lhe rouba a namorada que arranjara em Espanha. Na verdade, coincidindo com outros retratos femininos do cinema de Tom Kalin, a jovem espanhola não é mais do que uma oportunista e uma caça-fortunas que vê em Brooks e na situação de desagregação do seu casamento o objecto de conquista perfeito."
"A vida de Tony entra, agora, em franco processo de desagregação, sem energia para reagir às situações de dependência. A reacção de Barbara face à situação é estranha. Se a ruptura com o marido provoca uma das suas cenas habituais de agressividade, a forma como se envolve no processo autodestrutivo do filho e o tenta resolver é de uma inesperada brutalidade (não de violência, mas na fórmula de resolução do problema), culminando numa das cenas mais chocantes que o cinema mostrou e que aproxima Desejos Selvagens do filme francês Minha Mãe, que Christophe Honoré adaptou de Georges Bataille."11.10.08
Vouzela
A Câmara de Vouzela corre o perigo de perder parte significativa do financiamento comunitário (1,5 milhões de euros) para a construção da variante de Cambarinho, orçada em três milhões. Tudo porque oito proprietários de terrenos não aceitaram as indemnizações propostas pela autarquia, e avançaram com uma providência cautelar em tribunal, que travou a continuidade da obra, na área pertencente a Cambarinho.10.10.08
resumindo e baralhando: hoje vota-se na assembleia acerca deste assunto e esta hipótese de lifting a uma cerimónia em processo de abimbalhamento progressivo será adiado, o partido da maioria concorda mas vota contra, como fará questão de assinalar, diz-se que por medo de perder votos, sobretudo ao ao centro que é por onde anda virtude, lá diz o povo que é quem sabe. as eleições não tardam e quem tem cu tem medo, lá diz o povo também. eu próprio não consigo pensar em ditado mais apropriado.9.10.08
A pílula pode alterar a capacidade instintiva das mulheres escolherem o seu parceiro. Segundo um novo estudo britânico, divulgado quarta-feira pela AFP, o contraceptivo altera a predisposição natural de escolher um homem com genes diferentes, de modo a garantir a diversidade favorável à espécie. É tudo uma questão de olfacto: as mulheres sentem-se atraídas pelo cheiro de homens geneticamente diferentes.
Segundo o resultado deste estudo, publicado nos anais da Sociedade Real Britânica, «as mulheres, que começam a tomar pílulas anticoncepcionais, passam a preferir homens cujos odores são geneticamente similares», revela o principal autor da investigação, Craig Roberts, da Universidade de Liverpool.
A equipa de Roberts fez uma experiência com um grupo de 100 mulheres, pedindo que indicassem as suas preferências entre vários odores masculinos de 97 voluntários, antes e depois de terem começado a tomar a pílula.
Detergentes, desodorizantes, perfumes e o fumo do cigarro foram proibidos para não prejudicar a experiência.
As mulheres tiveram assim a possibilidade de escolherem o melhor parceiro através do odor corporal: os genes que o controlam são os mesmos que também trabalham no sistema imunológico - os genes do Complexo Maior de Histocompatibilidade (CMH/MHC).
O facto de as mulheres que tomam a pílula preferirem os homens com genes semelhantes acarreta problemas, explica Craig Roberts: «Por um lado, a compatibilidade genética dos casais pode provocar problemas de fertilidade», mas também «pode levar ao fim da relação, quando as mulheres deixam de tomar a pílula» - o papel do olfacto é muito importante na atracção do casal.
8.10.08
Empresa que produz o computador “Magalhães” vai a tribunal: a JP Sá Couto, empresa responsável pela produção dos computadores “Magalhães”, é arguida num processo de fraude e fuga ao IVA, onde o Estado terá saído lesado em mais de cinco milhões de euros.7.10.08
Para além da questão do necessário fundamento legal, não vejo nenhum fundamento nem moralidade política em um município disponibilizar casas para arrendamento a particulares, fora das atribuições em matéria de habitação social, como sucede no caso de Lisboa. Por isso, independentemente do favoritismo na escolha dos beneficiários e do tratamento de favor quanto às rendas, trata-se desde logo de uma situação inaceitável, por estar fora das atribuições do município. O município deve, pura e simplesmente, acabar com essa situação, mesmo em relação aos casos existentes, já que ninguém deve poder invocar direitos nem interesses legítimos em situações de favor.
4.10.08
Título original: Burn After Reading
De: Ethan e Joel Coen
Com: George Clooney, Brad Pitt, John Malkovich
Género: Com, Cri
Classificação: M/12
EUA, 2008, Cores, 96 min.
"Que mais poderiam fazer os manos do Minnesota depois do êxito de Este País Não é para Velhos, dos quatro óscares recebidos, isto para não falar das dezenas de outros prémios e nomeações? Que mais poderiam dar (e eles que são revisionistas assumidos) depois de terem tocado em praticamente todos os géneros do cinema clássico ao longo dos últimos vinte anos com uma marca que não deve nada a ninguém? Talvez apostar num bando de idiotas. Num filme sobre a inércia da burocracia. Num imbróglio descartável como uma chiclete, a piscar o olho a Ionesco e Beckett. E, com tudo isso, permitir-nos ver que, entre os planos, na produção, nos panos de fundo, este filme deve ter dado um gozo tremendo a ser feito."
"Há vedetas aos montes em Destruir Depois de Ler (Clooney, Pitt, Malkovich, Tilda Swinton), mas o que é incrível é que temos a ilusão (e é claro que é só uma ilusão...) que todos eles se despiram do vedetismo e leram o argumento na véspera. Parece que estão a fazer «um filme de segunda». Como se os Coen, depois do filme perfeito (Este País Não é para Velhos), tão perfeito que até chateava, quisessem ter voltado à selvajaria descontrolada de Fargo, o tal filme em que os maiores méritos iam para uma agente da polícia grávida, chamada Frances McDormand. Frances também brilha em Destruir Depois de Ler. Entra de surpresa, num golpe genial de «mise-en-scène», numa cena de consultório. A sua personagem, Linda Litzke, quarentona, secretária de um ginásio e frequentadora de «chats» na Net, está doida para fazer uma cirurgia plástica."
"Antes disso, já sabemos que Osbourne (Malkovich), ex-analista da CIA que agora quer escrever as memórias, está a ser enganado pela mulher, Katie (Tilda Swinton), e que esta mantém um caso com outro escroque, Harry (Clooney), também ele frequentador de «chats» nas horas vagas."
"Ainda temos Chad, (Brad Pitt com penteado de «boys band» dos anos 80), colega de Linda no ginásio, que começa a chantagear Osbourne. A chantagem leva-o a uma cena de armário notável que recorda o Veludo Azul de Lynch e acaba em tons tarantinescos de Pulp Fiction. Entretanto, e para a coisa se complicar mais, Harry já seduziu a Linda pela arte da cibernética."
"Nesta farsa à América contemporânea em que todos os actores são protagonistas e nada cola entre as personagens, cada uma terá direito a disparar o seu cartucho, a «fazer o seu cocó» nos passeios de Washington, à sua maneira. Para aqueles lados, o mundo parece mesmo pequenino e a parvoíce é coisa extravagante."3.10.08
Os noticiários abriram há dias, com pompa e circunstância, anunciando o lançamento do "Primeiro computador portátil português", o "Magalhães". A RTP refere que é um projecto português produzido em Portugal". A SIC refere que "um produto desenvolvido por empresas nacionais e pela Intel" e que a "concepção é portuguesa e foi desenvolvida no âmbito do Plano Tecnologico."Na realidade, só com muito boa vontade é que o que foi dito e escrito é verdadeiro. O projecto não teve origem em Portugal, já existe desde 2006 e é da responsabilidade da Intel. Chama-se Classmate PC e é um laptop de baixo custo destinado ao terceiro mundo e já é vendido há muito tempo através da Amazon.
As notícias foram cuidadosamente feitas de forma a dar ideia que o "Magalhães" é algo de completamente novo e com origem em Portugal. Não é verdade. Felizmente, existem alguns blogues atentos. Na imprensa escrita salvou-se, que se tenha dado conta, a notícia do Portugal Diário: "Tirando o nome, o logótipo e a capa exterior, tudo o resto é idêntico ao produto que a Intel tem estado a vender em várias partes do mundo desde 2006. Aliás, esta é já a segunda versão do produto."
Pelos vistos, o jornalista Filipe Caetano foi o único a fazer um trabalhinho de investigação em vez de reproduzir o comunicado de imprensa do Governo.
A ideia é destruir os esforços de Negroponte para o OLPC. O criador do MIT Media Lab criou esta inovação, o portátil de 100 dólares...
A Intel foi um dos parcceiros até ver o seu concorrente AND ser escolhida como fornecedor. Saiu do consórcio e criou o Classmate, que está a tentar impor aos países em desenvolvimento.
Sócrates acaba de aliar-se, SEM CONCURSO, à Intel, para destruir o projecto de Negroponte. A JP Sá Couto, que ja fazia os Tsumanis, tem assim, SEM CONCURSO, todo o mercado nacional do primeiro ciclo.
Tudo se justifica em nome de um número de propaganda política terceiro-mundista.
Para os pivots (ex-jornalistas?) Rodrigues dos Santos ou José Alberto Carvalho, o importante é debitar chavões propagandísticos em vez de fazer perguntas. Se não fosse a blogosfera - que o ministro Santos Silva ainda não controla - esta propaganda não seria desmascarada. Os jornalistas da imprensa tradicional têm vindo a revelar-se de uma ignorância, seguidismo e preguiça atroz.
[via e-mail]
Quem tem estas casas gratuitas (é isso que elas são) é gente poderosa. Há assessores dispersos por várias forças políticas e a vários níveis do Estado, capazes de com uma palavra no momento certo construir ou destruir carreiras. Há jornalistas que com palavras adequadas favoreceram ou omitiram situações de gravidade porque isso era (é) parte da renda cobrada nos apartamentos da Quinta do Lambert e noutros lados. O silêncio foi quebrado agora que os media se multiplicaram e não é possível esconder por mais vinte anos a infâmia das sinecuras. Os prejuízos directos de décadas de venalidade política atingem muitos milhões.2.10.08
Título original: Bienvenue chez les Ch'tis
De: Dany Boon
Com: Kad Merad, Dany Boon, Zoé Félix
Género: Com
Classificação: M/6
FRA, 2008, Cores, 106 min.














