
...aqui!

...analisadas pela DECO obtiveram uma apreciação globalmente positiva e em mais de metade foram detectados em ‘hambúrgueres’ e ‘cachorros’ germes indicadores de falta de higiene... [mais]
...na falta de uma explicação oficial, os jornais italianos especulam: a Google não se terá atrevido a percorrer as estradas de Gomorra, título do livro do jornalista Roberto Saviano sobre a máfia napolitana que deu origem a um filme com o mesmo nome. [mais]
Chama-se Ekaterina Malginova e é uma jovem russa de 18 anos, que veio para Portugal há nove. É uma aluna exemplar na Escola Secundária de São Pedro do Sul e acabou de lançar um livro de poesia pensado e escrito em português... [mais]
Trata-se, como o nome indica, de uma pequena caixa de 2m x 1,40m x 2,30m para dormir com conforto e segurança. Oferece momentos de sono tranquilo e descanso numa cidade, sem perda de tempo à procura de um hotel. Foi idealizada para estar presente em estações de comboios, aeroportos, locais públicos centrais, entre outros locais onde possa haver aglomerações de pessoas exaustas. Em países com um clima temperado a Sleepbox poderá ser utilizada também nas ruas.



A produtora Zynga, responsável pelo famoso jogo do Facebook “FarmVille", está a ser acusada de enganar os jogadores e reter dinheiro supostamente arrecadado por doações feitas para campanhas humanitárias, entre elas, a campanha que tinha como objectivo ajudar as vítimas do sismo no Haiti. [mais]
"Olhando para esta nova “Alice...”, se alguém cedeu não foi Burton. Vários factores podem ser responsáveis por isto. Em primeiro lugar, a extravagância deste novo 3D em relevo, cuja eficácia, inatacável, ainda é motivo de espanto para todos. A história da produção de “Alice...” — e foi o cineasta quem o disse em Londres — é a história de um ‘tiro no escuro’. Para a Disney, tratava-se da sua primeira afirmação tecnológica na matéria pós-“Avatar” (talvez isto explique as ‘mãos largas’ da casa que inventou o Rato Mickey). Quanto a Burton, esta foi também a sua primeira experiência a dirigir actores sobre a green box da CGI, tecnologia que lhe abriu um mundo de possibilidades infinitas na pós-produção externa à rodagem. Desta vez, Burton não tinha cenários, sempre tão importantes nos seus filmes, a influenciar os actores. Estava a trabalhar com eles ‘no vazio’. Num one on one exigente e paradoxalmente mais humano, íntimo e produtivo que o resultado dos seus filmes recentes. As cenas com personagens em grande plano, sobretudo as do Chapeleiro (Johnny Depp) e da Rainha Vermelha (Helena Bonham Carter), são prova disso e contrastam com as sequências da batalha final, mais disneyiana e vulgar."
"Outro aspecto está ligado ao sainete dos argumentistas, que desafia o universo de Carroll e reinventa a heroína literária: Alice (Mia Wasikowska) já não é criança, mas uma teenager que se torna um poço de invenção. O que acontece aqui é que a pergunta do espectador deixa de ser “who are you?” e transforma-se num “where have you been?” capaz de mexer com a memória colectiva. Outro triunfo."
"“Alice no País das Maravilhas”, não convém esquecer, também é uma comédia de aventuras. A gravidade de personagens mais trágicas como o Chapeleiro e a Lagarta encontram uma oposição na paródia desta sociedade matriarcal em que Alice, já de si emancipada para o seu tempo, ajudará a Rainha Branca (Anne Hathaway) na luta contra a malvada Rainha Vermelha. Quem esperaria que Burton contornasse a orfandade paterna inerente dos seus heróis com esta história de mulheres e de sopro feminista?"
"No princípio George, professor de literatura, está em estado de desespero. Não parece possível iludir a ausência do companheiro de muitos anos que morreu num acidente de automóvel há uns meses já — e ele continua uma existência de morto-vivo, suspenso num aquário de conforto e no futuro o projecto de uma pistola apontada à cabeça e o seu próprio dedo no gatilho a disparar. Tudo num espaço desenhado como o supra-sumo da elegância, um manto de falsidade, como se um exterior onde está tudo no sítio fosse a violenta antítese de um íntimo onde nada encaixa em nada. Depois, lentamente, o projecto de suicídio adensa-se, prepara-se, como uma despedida inadiável partilhada com uma vizinha igualmente em estado de solidão (esplêndida Julianne Moore, tão bela, tão frágil, tão triste). Comparticipam gin e memórias, um abraço, embriaguez, a impressão do abismo aberto ali ao lado. E a melancolia de nem saltar nem fugir. Mas a vida pode dar muitas voltas."
Porque nunca, nos últimos 35 anos, tivemos em Portugal um primeiro-ministro com um percurso e um perfil ético tão desadequado para o cargo que ocupa e a quem as ditas “campanhas” se colassem tão bem. Sim, e esta evidência não resulta de nenhuma campanha, José Sócrates é um mentiroso. E mente mesmo quando a verdade se pode revelar logo no dia seguinte. Sem receio. [mais]