28.4.10

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São Pedro do Sul

A indignação do Vereador Rogério Duarte...

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São Pedro do Sul

Aprovação dos documentos de prestação de contas, na reunião de câmara...

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São Pedro do Sul

As questões capitais do nosso concelho...



...no período antes da ordem do dia da última reunião de câmara!...

26.4.10

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São Pedro do Sul

Estação...
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22.4.10

21.4.10

O toque de telemóvel que os mais velhos não conseguem ouvir...



...nós somos capazes de detectar ou não algumas frequências sonoras de acordo com a nossa idade. Quanto mais velho você for, menor é a frequência que consegue ouvir. Existe, inclusive, uma frequência específica que a maioria das pessoas com mais de 25 anos não consegue captar. É um apito incómodo. Algumas lojas usam-no como “espanta-adolescentes”, uma espécie de "aborrecenticida".

Alguns adolescentes até estão usando esta frequência como ringtone. Dessa forma, eles podem atender o telemóvel durante as aulas ou sem que os pais percebam.

Faça o teste e confira a sua "capacidade" auditiva, aqui!
PEC e ajuda aos gregos não afastam cenário de falência em Portugal. O Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) apresentado pelo Governo não chegou, o plano para salvar a Grécia não foi suficiente, as declarações elogiosas dos responsáveis da Comissão Europeia não resolveram o problema. [mais]
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São Pedro do Sul




Vinho de Lafões quer sair da crise... [aqui]

19.4.10

O Tempo que Resta
Título original: The Time That Remains
De: Elia Suleiman
Com: Ali Suliman, Elia Suleiman, Saleh Bakri
Género: Drama
BEL/FRA/GB/ITA, 2009, Cores

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"Sete anos depois da última longa-metragem (“Intervenção Divina”), Elia Suleiman regressa ao território onde nos havia deixado — suspensos — em 2002: a Palestina, território político do conflito israelo-árabe, mas, também, território estético do olhar burlesco que tem vindo a caracterizar o seu cinema. Nada que se estranhe: afinal, “O Tempo que Resta” representa o último segmento de uma trilogia tragicómica sobre a complexa posição do povo palestiniano na contemporaneidade, que teve em “Chronicle of a Disappearance” e em “Intervenção Divina” os seus dois restantes momentos. Mas, aqui, o projecto conquista um novo (porque mais dilatado) escopo histórico e um novo (porque mais ambicioso) fôlego narrativo: trata-se, em suma, de ilustrar a história da ocupação israelita da Palestina desde 1948 até hoje, cruzando-a sistematicamente com a odisseia da família do próprio Suleiman (e é na conjugação desses dois olhares, o político e o pessoal, que volta a residir uma das grandes forças do cinema de Suleiman)."

"De facto, após um belo prólogo em estilo apocalíptico que se limita a introduzir o tom do filme (“onde estou eu?”, pergunta então o taxista que protagoniza a sequência), aquilo que temos é uma sucessão de flashbacks, encadeados em progressão cronológica linear, que nos dão a ver a juventude do pai do cineasta e os seus actos de resistência em 1948; a infância de Suleiman e a sua difícil educação numa escola israelita; a adolescência do cineasta e a sua silenciosa tomada de consciência da situação da Palestina ocupada. Depois, o ciclo narrativo encerra-se sobre si mesmo, o filme retoma a sequência de abertura e regressamos à época contemporânea para descobrir que, entre o passado e o presente, pouco ou nada mudou num território onde a reiteração da catástrofe impõe quotidianamente um simulacro de normalidade (veja-se, por exemplo, o genial gag do tanque e do telefonema). Mas, a virtude capital (ou o capital vício...) do filme de Suleiman consiste na sua liminar recusa da própria ideia de história. Na realidade, ao privilegiar o plano fixo em detrimento do plano em movimento, e a descontinuidade do gag em detrimento da continuidade narrativa, Suleiman deseja visar a não-história de um não-país, o eterno retorno da mesma sensação de cativeiro eterno (sancionado, de forma evidente, pelas diversas repetições cénicas que o filme comporta)."



"O leitor pode pegar ou largar. Nós, em definitivo, pegamos." Vasco Baptista Marques, Expresso de 17/04/2010

16.4.10

PS continua à frente nas intenções de voto...

O que é um metarefrão microtonal e polisemiótico?...

Você pode encontrar músicas com o Midomi usando sua própria voz...

...esqueceu-se do nome de alguma música? Ouviu uma parte de uma música na rádio? Tudo o que precisa é um microfone no seu computador. [mais]

15.4.10

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São Pedro do Sul

Daniel Martins é o novo Presidente da Comissão Política concelhia do PS(*)...


...e tem por objectivo chegar ao poder nas próximas autárquicas!

(*)Militantes inscritos: 158
Votantes: 15

13.4.10

As Ervas Daninhas
Título original: Les herbes folles
De: Alain Resnais
Com: André Dussollier, Sabine Azéma, Emmanuelle Devos, Anne Consigny
Classificacao: M/12
FRA/ITA, 2009, Cores, 104 min.

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"HÁ UM NARRADOR que começa a contar uma história e, às vezes, se detém, hesita, inflecte, como se a história pudesse ir para onde melhor conviesse, como se não existisse real algum a que a narração tivesse de assentar — e, logo aí, “As Ervas Daninhas” faz acordar as campainhas dos que gostam que o cinema não ande à trela de qualquer coisa fora dele. Entretanto, há Marguerite, uma mulher de cabeleira flamejante que vai comprar uns sapatos de que não precisa e a quem roubam a carteira, e ela nem se exalta muito. E há Georges, um homem que encontra essa carteira no chão de um parque de estacionamento e a vai entregar na polícia, mas esse homem fantasia saber como Marguerite é, e vê-la, e estar com ela, e... Mas, aqui para nós, quem é ele? Quem é esse Georges Palet que a primeira vez que lhe desagrada a atitude de um seu concidadão evoca a hipótese de... o matar? E que recusa sentir-se seduzido pelas ninfas que passam, com medo... de quê? O que faz, de que vive? Será que saiu da prisão? Será que tem um buraco negro no seu passado, uma ponta, quem sabe, de loucura? Será isso? Não o cárcere por delitos criminais, mas o manicómio, o asilo de alienados... Mas, então, será que também aconteceram crimes no caminho do manicómio? E porque é que há uma esposa que continua a viver com ele, a protegê-lo como a uma criança inofensiva? E será que toda aquela obsessão vai desembocar numa história de amor? Ou num desfecho de morte violenta?"

"Perguntas, perguntas, perguntas — e num registo de comédia, de puro divertissement, Resnais leva-nos, filme fora, não tanto presos pela vontade de saber uma história, mas no gozo da própria narrativa a construir-se, conscientes de que não há mais nada para lá disso e, todavia, mesmo assim, sentindo emoções fortes. Mais uma vez, Resnais prova que o que conta, em matéria de envolvimento emocional, não é a suspensão da consciência da convenção, não é a aceitação da representação como se fosse o real. Neste filme, estamos sempre cientes de que se trata de um filme, e não é por isso que as cordas das emoções são menos dedilhadas."



"É um mundo artificial, que se pinta com cores que não há, que tem movimentos de câmara ‘impossíveis’ (como fazia Hitchcock) e requintes de cenografia de estúdio a fingir que não se dá conta, mas dá (paradoxalmente, há décors reais que são filmados para parecer estúdio e, aqui e ali, temos dúvidas) — porque o que Resnais ama não são histórias, são os mecanismos com que elas se constroem. E é extraordinário como, 50 anos depois de “O Último Ano em Marienbad”, a lógica é ainda a mesma. Só que nesse mágico e sublime filme distante, o formalismo assumia-se como um ritual frio. Em “As Ervas Daninhas”, tudo estremece lá por dentro, de riso, medo, ternura, inquietação. Quanto aos actores, sobretudo à sagrada dupla André Dussollier/Sabine Azéma (quase obrigatória no cinema de Resnais desde há muitos anos), é extraordinária a paleta que utilizam para dar intencionalidade às inúmeras coisas que ficamos por saber neste filme literalmente encantador." Jorge Leitão Ramos, Expresso de 10/04/2010

10.4.10

Deputada brasileira denuncia corrupção e torna-se estrela na Internet...



...a deputada estadual brasileira Cidinha Campos, já conhecida pelos seus discursos inflamados contra a corrupção, tornou-se numa estrela da Internet quando um vídeo de uma das suas intervenções foi publicado no YouTube. [aqui]

8.4.10

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São Pedro do Sul

Lavadouro Público (Ponte)...

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No blogue Causa Nossa, em que Ana Gomes participa juntamente com mais autores, a socialista afirma que não gostou das revelações, muito menos das casas “esteticamente penosas”. Mas do que não gostou mesmo foi da carta de José Sócrates: “Menos, menos ainda, só da carta de protesto que o PM José Sócrates escreveu ao PÚBLICO e em que assume a responsabilidade dos respectivos projectos. Será de engenheiro técnico. Não é de primeiro-ministro”, refere. [mais]

6.4.10

Ataque americano contra civis no Iraque...



...um vídeo secreto colocado no site Wikileaks mostra um helicóptero norte-americano a disparar contra um fotógrafo da Reuters e o seu motorista em Junho de 2007, num raide que fez 12 mortos em Bagdad. [mais]

5.4.10

J. S. Bach, 'Goldberg Variations: Aria and 7 Variations'
Rosalyn Tureck

José Sócrates foi afastado pela Câmara da Guarda, em 1990 e 1991, da direcção técnica de obras particulares de cujos projectos era autor, depois de ter sido várias vezes advertido por causa da falta de qualidade dos seus projectos e da falta de acompanhamento das obras - chegando a ser ameaçado com sanções disciplinares. Num dos casos, a saída de cena do então engenheiro técnico, que era deputado em regime de dedicação exclusiva há mais de dois anos, foi imposta pela autarquia socialista como condição para o desembargo da obra que projectara e dirigia... [mais]

3.4.10

J. S. Bach, 'A Paixão Segundo S. Mateus' BWV 244
Coro

Koopman
Amsterdam Baroque Orchestra and Soloists

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São Pedro do Sul





Fundadora da primeira república
estudantil feminina em Coimbra completa 111 anos e é de São Pedro do Sul... [mais]

1.4.10

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São Pedro do Sul

Grande Hotel Lisboa e Ringue de Patinagem...

Termas, 1950

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São Pedro do Sul

As obras do novo centro de Saúde de S. Pedro do Sul deverão arrancar ainda no primeiro semestre deste ano. A garantia foi dada à VFM, rádio de Vouzela, pelo Presidente da Câmara Municipal, depois do Mais Centro – Programa Operacional Regional do Centro – ter aprovado um financiamento de 2 milhões de euros para a construção do novo equipamento de saúde, orçado em cerca de 2, 8 milhões de euros, e que será edificado na zona da Avenida da Ponte. António Carlos Figueiredo espera que a nova valência esteja a funcionar em pleno em 2012. [mais]