São Pedro do Sul
A indignação do Vereador Rogério Duarte...
PEC e ajuda aos gregos não afastam cenário de falência em Portugal. O Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) apresentado pelo Governo não chegou, o plano para salvar a Grécia não foi suficiente, as declarações elogiosas dos responsáveis da Comissão Europeia não resolveram o problema. [mais]
"De facto, após um belo prólogo em estilo apocalíptico que se limita a introduzir o tom do filme (“onde estou eu?”, pergunta então o taxista que protagoniza a sequência), aquilo que temos é uma sucessão de flashbacks, encadeados em progressão cronológica linear, que nos dão a ver a juventude do pai do cineasta e os seus actos de resistência em 1948; a infância de Suleiman e a sua difícil educação numa escola israelita; a adolescência do cineasta e a sua silenciosa tomada de consciência da situação da Palestina ocupada. Depois, o ciclo narrativo encerra-se sobre si mesmo, o filme retoma a sequência de abertura e regressamos à época contemporânea para descobrir que, entre o passado e o presente, pouco ou nada mudou num território onde a reiteração da catástrofe impõe quotidianamente um simulacro de normalidade (veja-se, por exemplo, o genial gag do tanque e do telefonema). Mas, a virtude capital (ou o capital vício...) do filme de Suleiman consiste na sua liminar recusa da própria ideia de história. Na realidade, ao privilegiar o plano fixo em detrimento do plano em movimento, e a descontinuidade do gag em detrimento da continuidade narrativa, Suleiman deseja visar a não-história de um não-país, o eterno retorno da mesma sensação de cativeiro eterno (sancionado, de forma evidente, pelas diversas repetições cénicas que o filme comporta)."
"Perguntas, perguntas, perguntas — e num registo de comédia, de puro divertissement, Resnais leva-nos, filme fora, não tanto presos pela vontade de saber uma história, mas no gozo da própria narrativa a construir-se, conscientes de que não há mais nada para lá disso e, todavia, mesmo assim, sentindo emoções fortes. Mais uma vez, Resnais prova que o que conta, em matéria de envolvimento emocional, não é a suspensão da consciência da convenção, não é a aceitação da representação como se fosse o real. Neste filme, estamos sempre cientes de que se trata de um filme, e não é por isso que as cordas das emoções são menos dedilhadas."
No blogue Causa Nossa, em que Ana Gomes participa juntamente com mais autores, a socialista afirma que não gostou das revelações, muito menos das casas “esteticamente penosas”. Mas do que não gostou mesmo foi da carta de José Sócrates: “Menos, menos ainda, só da carta de protesto que o PM José Sócrates escreveu ao PÚBLICO e em que assume a responsabilidade dos respectivos projectos. Será de engenheiro técnico. Não é de primeiro-ministro”, refere. [mais]
José Sócrates foi afastado pela Câmara da Guarda, em 1990 e 1991, da direcção técnica de obras particulares de cujos projectos era autor, depois de ter sido várias vezes advertido por causa da falta de qualidade dos seus projectos e da falta de acompanhamento das obras - chegando a ser ameaçado com sanções disciplinares. Num dos casos, a saída de cena do então engenheiro técnico, que era deputado em regime de dedicação exclusiva há mais de dois anos, foi imposta pela autarquia socialista como condição para o desembargo da obra que projectara e dirigia... [mais]
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As obras do novo centro de Saúde de S. Pedro do Sul deverão arrancar ainda no primeiro semestre deste ano. A garantia foi dada à VFM, rádio de Vouzela, pelo Presidente da Câmara Municipal, depois do Mais Centro – Programa Operacional Regional do Centro – ter aprovado um financiamento de 2 milhões de euros para a construção do novo equipamento de saúde, orçado em cerca de 2, 8 milhões de euros, e que será edificado na zona da Avenida da Ponte. António Carlos Figueiredo espera que a nova valência esteja a funcionar em pleno em 2012. [mais]