São Pedro do Sul
Termas de São Pedro do Sul - Trecho do Rio Vouga...
1930
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O músico Zé Manel está a processar a sua antiga banda, os Fingertips, ou pelo menos o que resta da formação original: o baixista Rui Saraiva e o irmão deste, Rogério Saraiva, manager do grupo.
O IGESPAR declarou nulo um protocolo para a reabilitação das Termas Romanas de São Pedro do Sul, assinado entre o Instituto Português do Património Arquitectónico e a Câmara Municipal de São Pedro do Sul, entendendo que não tinha o IPPAR competência para protocolar, desresponsabilizando-se desta forma das obrigações assumidas e parando todo o processo de reabilitação. [mais]

José Junqueiro, secretário de Estado da Administração Local, tem pelo menos um filho. Um rapaz decerto muito talentoso, especialmente em matéria de negócios externos e exportações. Nestes domínios não sai ao pai. Mas talvez tenham sido essas extraordinárias qualidades que levaram Basílio Horta, presidente da AICEP, a contratá-lo para a delegação em Angola do organismo português. Nada de novo nesta terra. Filho de peixe sabe sempre nadar. Essa é que é essa. [aqui]
"O que se pode esperar a priori de uma sinopse tão violenta, escrita assim, a sangue e na primeira pessoa? A expurgação de uma culpa? A expressão de um trauma a combater os seus próprios demónios? Não estaríamos longe do que Ari Folman, através da animação, fez em “Valsa com Bashir”. Só que, em “Líbano”, a questão é mais complexa. Relaciona-se com a orientação de um ponto de vista. Vamos passar hora e meia a bordo de um tanque, de uma invasão e de uma guerra que acabariam por trazer ao final do século XX um dos seus episódios mais sujos: os massacres de Sabra e Chatila às mãos dos falangistas aliados das tropas de Israel. Mais: o ponto de vista que temos em “Líbano”, frontal e terrível, é o do periscópio de um tanque; um enquadramento circular, marcado pela cruz de um ponto de mira. Afinal, quem quer ver o que este filme nos obriga a ver? Quem está pronto a sentar-se no ‘Rinoceronte’ (é este o nome do tanque), no lugar de Shmulik (Yoav Donat), alter ego de Samuel Maoz, agora levado a premir o gatilho?"
"“Líbano” é um filme que levanta problemas. Para cada um que venha em sua defesa haverá sempre outro a atacá-lo — e, muito provavelmente, pelos mesmos motivos. Acreditamos que o filme triunfa em dois aspectos. Antes de tudo, porque consegue escapar a um plano metafórico que se tornaria monstruoso: Shmulik, Hertzel e os outros soldados do ‘Rinoceronte’ não são de modo algum símbolos do seu exército e da sua bandeira. O que temos aqui, nesta agonia que nunca mais acaba, não são planos gerais reflexivos sobre actos colectivos e valores de uma pátria, mas grandes planos e close-ups instintivos que, da guerra, nos dão o mesmo ponto de vista cego dos soldados. Quanto a estes, vimo-los antes como homens isolados num pesadelo de claustrofobia, como personagens que se perdem num teatro de guerra que tende a tombar, com a passagem do tempo (aquele tempo lentíssimo em que o tanque quase caminha a passo), no território da farsa e do absurdo."
...que vai criar uma tributação extraordinária no IRS entre um por cento e 1,5 por cento, tributar mais as grandes empresas e subir os valores do IVA... [mais]
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A União Desportiva Sampedrense sagrou-se ontem à tarde campeã da Divisão de Honra da Associação de Futebol de Viseu, a duas jornadas do fim do Campeonato. Ao vencer o Lusitano por 2 – 1, a equipa de São Pedro do Sul carimbou a passagem aos nacionais de futebol. [mais]
"‘A vadiar’, por exemplo. Noah Baumbach, autor de “A Lula e a Baleia”, aceita essa hipótese. Onde alguns verão preguiça, vemos coragem. Noah constrói um filme que plana pelos seres e pelas coisas. Inventa ‘relações desportivas’ porque, se calhar, esta é a melhor maneira para ultrapassar quedas para a depressão e traumas sentimentais que, filmados de frente, só tornariam tudo aborrecido. O tempo está quente: ajuda. E quando se tem à frente um actor miraculoso como Ben Stiller, ficamos sem saber bem se é a comédia que é dramática, ou se foi o drama que se transformou em comédia. Nunca se ri a bom rir, nunca se chora a bom chorar, as emoções são para conter — e Ben é genial neste registo."
"Parece que está tudo à superfície para o nosso Roger, a enfrentar a tormenta dos 40. Ele tem Galaxie 500 no Ipod. Passa o filme com uma T-shirt do Steve Winwood. Menino mimado, vive no passado. Mas não se consegue embirrar com o tipo. É que, neste conto de Peter Pan, que é o de Roger, ele vai encontrar uma cara metade ainda mais comovente do que ele, Florence, que tem queda para dark lady. É o rosto feminino que mais impressionou nos últimos meses: Greta Gerwig. Cairá Roger nos seus braços?"