Junta de Santa Cruz da Trapa vai ter recinto novo para a feira. Câmara Municipal já assumiu a obra
A JÓIA DA COROA
A Freguesia de Santa Cruz da Trapa continua a liderar os investimentos camarários, com obras nas mais diversas áreas, nomeadamente, redes de água e saneamento, pavimentação de acessos e outras infra-estruturas. A Junta presidida por Luís Teixeira conseguiu ultrapassar os "atritos" iniciais com Vítor Figueiredo e acabou por beneficiar das boas graças do executivo municipal na primeira metade do mandato. A projecção de obras para a segunda metade leva a crer que a aposta nesta freguesia seja ainda reforçada.
A par do Pavilhão Multiusos, uma obra reajustada para cerca meio milhão de Euros, a iniciar em 2016, acresce agora o recinto da feira mensal. Actualmente a feira realiza-se junto à sede da Junta de Freguesia, mas em breve transitará para um outro espaço também no centro desta Vila, mais amplo e dotado de modernas condições. A Câmara de São Pedro do Sul já assumiu a obra, substituindo a Junta de Freguesia, o que permitirá em breve a sua inauguração. O novo espaço vai estar servido de todas as infraestruturas de apoio dirigidas não só aos feirantes como aos visitantes.
Imagine-se só a inveja que o novo recinto irá provocar na outra Vila chamada Cidade. Comparada com esta, a feira da Cidade não irá além da Feira da Ladra.
...no início do outro século!
25.5.15
Aplicação da taxa de IVA "cerca" tratamentos termais
CÁ SE FAZEM... CÁ SE COBRA!
A recente revelação de que a Câmara de São Pedro do Sul tinha os cofres municipais mais cheios do que os cheios cofres da Nação provocou a inveja da Ministra das Finanças, que não gostou da imitação e reagiu de imediato: se assim é, os tratamentos termais deixam de fazer parte dos cuidados de saúde e passam a estar sujeitos à cobrança de IVA como qualquer ida ao cabeleireiro. E mais, como contributo solidário, as Termas vão ter de pagar o IVA não cobrado até à data.
Contas feitas, comenta-se que o Fisco terá enviado à Termalistur uma factura que ronda os três milhões de Euros. Por coincidência, um montante equivalente à última redução da dívida camarária anunciada por Vítor Figueiredo. Uma coincidência que não convence o executivo, que se vê na contingência de ter de entregar o ouro... à Ministra. E já terá mesmo pensado na fórmula eficaz de contestar o pagamento da taxa. Organizar passeios de idosos por todo País, colocando estrategicamente nos autocarros uma tarja gigante com a frase: NÃO PAGAMOS! Ou, no mínimo, uma outra exigindo da Ministra das Finanças que isente da taxa de IVA os milhares de frequentadores oriundos de Villeneuve-le-Roi.
23.5.15
DISCURSO DIRECTO
(18/05 a 22/05)
20.5.15
Aposta eleitoral da Câmara sampedrense centrada em quatro freguesias O PREÇO CERTO!
Carvalhais, Santa Cruz da Trapa, Sul e Serrazes representam mais de metade do eleitorado não urbano do concelho de São Pedro do Sul. Tendo como "praça forte" a União de Freguesias de São Pedro do Sul, Várzea e Baiões, o executivo socialista definiu como prioridade eleitoral o reforço de votação nas quatro freguesias mais populosas, situadas fora da área urbana.
O facto de as três primeiras estarem entregues a Presidentes de Junta PSD representa um desafio, mas não um obstáculo. Nas últimas autárquicas, com a excepção de Carvalhais, a votação do PS para a câmara, foi aí superior à do PSD. Para manter e reforçar o número de votos, Vítor Figueiredo vai aplicando a receita adequada: privilegiar o investimento nessas freguesias e "amaciar" os respectivos presidentes. Os contratos generosos de obras de milhões celebrados com essas Juntas PSD, a pretexto da transferência da água, faz parte do plano, sendo a prova provada de que em política tudo tem um certo preço. Ainda que algumas juntas socialistas tenham protestado, por entenderem que não é o preço certo.
Das restante freguesias, Valadares faz parte do rol do esquecimento. Manhouce, Pindelo, Pinho, Vila Maior e Figueiredo de Alva estão naturalmente conquistadas. As restantes, acabam por não ter expressão eleitoral determinante. E assim sendo, a tarefa está facilitada para o que resta do mandato. As recentes conquistas no reduto do adversário, aliadas à passividade estratégica do PSD, está a entusiasmar a "entourage" do Presidente. A dois anos das eleições, há mesmo alguma euforia nas hostes da maioria, onde já ecoa a antiga máxima dos adeptos portistas:
...até os comemos!
18.5.15
Aproximação das legislativas abre corrida aos lugares de "deputadas". Ester Vargas e Raquel Ferreira em boa posição
LAFÕES NO FEMININO
É uma hipótese que ganha corpo na disputa por Viseu. As eleições legislativas aproximam-se e com elas a corrida aos lugares de deputado à Assembleia da República. Cada lista de candidatos é obrigada a integrar, em cada três elementos, uma mulher. Também existe o vice-versa, mas a história ensina que a problemática é sempre versa e nunca vice . No distrito de Viseu, os únicos partidos que tradicionalmente elegem três ou mais deputados são o PSD e o PS. São por isso os únicos partidos em que o "género" assume relevância.
Nas últimas legislativas, Ester Vargas foi uma dos dois elementos femininos eleitos na lista PSD. A ex-Presidente da Assembleia Municipal de São Pedro do Sul deverá manter o lugar elegível, sendo pouco provável o seu regresso à escola secundária de São Pedro do Sul. O mais provável é que continue a representar a região de Lafões na lista do PSD por Viseu.
A solução do PS distrital poderá ser idêntica. O preenchimento da quota feminina poderá coincidir com a representação da região de Lafões. Raquel Ferreira foi vereadora da Câmara Municipal de Vouzela e é diretora da escola secundária deste concelho. Figura incontornável do PS local, é figura consensual dentro da estrutura socialista. Ambas as soluções apresentam, no mínimo, uma vantagem acrescida nas respetivas listas. Preenchem a quota feminina e, simultaneamente, a quota de Lafões. Uma espécie de dois em um.
Melhor dito, de uma... em cada três!
16.5.15
Rui Costa BOAS NOTÍCIAS
14.5.15
Câmara de São Pedro do Sul prepara ano eleitoral à moda de João Jardim LANÇAMENTO EM 2016 INAUGURAÇÃO EM 2017
Grandes obras dão grandes inaugurações. Se as juntarmos em grandes anos, que são sempre os eleitorais, a receita fica completa. Uma receita que Alberto João Jardim não inventou, mas que sempre aproveitou exemplarmente. A programação tem de ser rigorosa e precisa, para que nada falhe. O actual executivo sampedrense aprendeu a lição política com o anterior e não lhe quer seguir as pisadas: executivo que oferece as inaugurações... ao "próximo", ou é burro ou não tem arte... política, claro está. E é por isso que Vítor Figueiredo aposta tudo no calendário.
As obras vão ser grandes e variadas. Parque da Cidade, Balneário Romano, Ciclovia, Requalificação da ligação Termas - São Pedro do Sul, Pólo Industrial de Pindelo, Multiusos de Santa Cruz da Trapa, despoluição do rio Vouga e ETAR's por todo o concelho, são exemplos de obras anunciadas e programadas para lançamento ou início no próximo ano. Resultado: 2017 vai ser um ano recheado de inaugurações um pouco por todo o concelho. Pura coincidência. Bem comprovada pelo provérbio alentejano que garante:
"Chuva em Novembro... Natal em Dezembro!"
É a prova de que as coincidências acontecem!
Ester Vargas Referências Positivas
13.5.15
Mário Almeida DELIMITAÇÃO DA ÁREA URBANA & ATRASO NA LIGAÇÃO À EN 227
André Matias RUÍNAS ROMANAS
10.5.15
Presidente da Câmara de São Pedro do Sul na peugada da Ministra das Finanças
COFRES CHEIOS
Maria Albuquerque, actual Ministra da Finanças, anunciou há pouco tempo que os cofres da nação estavam cheios. Nada de surpreendente, até porque já todos havíamos dado conta disso. Houve quem dissesse que as declarações da Ministra significavam unicamente que havíamos passado do país "de tanga" para o país "da tanga". Pura maldade. Até porque a reviravolta nas contas nacionais é muito idêntica à das da Câmara de São Pedro do Sul.
Antes da tomada de posse em 2013, Vítor Figueiredo garantia que a dívida camarária era de trinta milhões de Euros. No final desse ano, anunciava que a dívida já era de vinte e sete milhões. Passados dois meses, o Vice-Presidente Pedro Mouro afirmava que já haviam sido recuperados três milhões de Euros. Os anúncios foram-se sucedendo em contínuo, ao ritmo de milhões. De tal forma que, no final de 2014, Pedro Mouro já garantia perante a Assembleia Municipal que a dívida camarária havia sido reduzida para nove milhões de Euros.
Este "número" foi anunciado mais uma vez na última Assembleia Municipal destinada à aprovação das contas de 2014. Uma redução vertiginosa de vinte e sete milhões de Euros para nove milhões de Euros, no espaço de um ano.
Tomando como base o primeiro ano, no final do mandato a dívida estará limpa na totalidade. Mais, mantendo o mesmo ritmo, a autarquia atingirá no final um superavit de quarenta e cinco milhões de Euros.
Diria António Guterres:
...é só fazer as contas!
8.5.15
Rui Costa TERMALISTUR, SUBSÍDIOS & BAIXA POLÍTICA
7.5.15
Ester Vargas RUÍNAS ROMANAS
6.5.15
Proprietários da Discomer falham negociação "chinesa"
MERCADO MUNICIPAL PODERÁ SER ALTERNATIVA
Os proprietários da firma de distribuição alimentar Discomer obtiveram, há algum tempo, luz verde da Câmara de São Pedro do Sul para a viabilização de um projecto urbanístico no espaço das actuais instalações da empresa. Situadas ao longo da "futura" ligação à estrada 227, o local ficará privilegiado, principalmente ao nível dos acessos. Talvez por isso, não foi difícil iniciar negociações com investidores chineses, os quais chegaram a apresentar projectos para a construção de um conjunto de equipamentos habitacionais e comerciais, nomeadamente na área da restauração e da medicina tradicional chinesa.
No entanto, as negociações acabaram por ficar pelo caminho. Sem alternativa no imediato, a solução poderá passar pelo aproveitamento do armazém para Mercado Municipal. A actual estrutura do edifício adapta-se facilmente a esse objectivo, tanto pelas dimensões como pela configuração. Acresce a centralidade das instalações e a cómoda fluência do trânsito, aproveitando a nova via de ligação e respectivos estacionamentos. Com a estrutura já existente, praticamente resta a montagem das bancas.
Tão simples que arrisca entrar em funcionamento ainda antes do novo arruamento!
Mário Almeida OS FALSOS MILAGRES
André Matias O VÍDEO PROMOCIONAL
Daniel Martins O VÍDEO PROMOCIONAL
2.5.15
Ester Vargas, líder parlamentar do PSD, critica o tratamento dado aos vereadores da oposição na AM de 25 de Abril:
"ENCAIXOTADOS ATRÁS DO PALANQUE
...COMO SE NÃO EXISTISSEM"
A líder parlamentar social democrata Ester Vargas manifestou publicamente, na última crónica da Rádio Lafões, a sua indignação pelo tratamento, que reputou de indigno, "presenteado" pela maioria aos vereadores da oposição. Refere que na última Assembleia Municipal de São Pedro do Sul, realizada a 25 de Abril em São Félix, estes vereadores foram "encaixotados atrás do palanque do orador, como se não existissem". Critica ainda a configuração desordenada da mesa, que diz não se poder justificar com a falta de condições, já que o espaço disponível permitia a sua disposição normal. As críticas estendem-se ao facto de não ser o Presidente da Assembleia Municipal, mas sim o Presidente da Câmara, a sentar-se no centro da mesa de trabalhos, dando a impressão que se tratava de uma reunião pública de Câmara e não de uma Assembleia Municipal.
A polémica do tratamento discriminatório dado aos vereadores da oposição nas Assembleias Municipais de São Pedro do Sul não é nova. No entanto, é a primeira vez que um responsável político da oposição se insurge publicamente contra esta situação caricata: vereadores da maioria acomodados à mesa e vereadores da oposição "acomodados" a um canto.
Em conclusão: 41anos após o 25 de Abril, continuam a existir... os parentes pobres da democracia!