30.11.09

Lisboa debaixo de terra:
O Aqueduto das Águas Livres...


29.11.09

Lua Nova
Título original: The Twilight Saga: New Moon
De: Chris Weitz
Com: Kristen Stewart, Robert Pattinson, Billy Burke, Taylor Lautner
Género: Drama, Romance
Classificação: M/12
EUA, 2009, Cores, 130 min.

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"ESTA SEGUNDA parte de “Twilight” pode surgir, para os jovens espectadores, como uma certa desilusão. Isto porque comparada com a primeira, apresenta uma narrativa que se vai arrastando de forma um pouco forçada. A razão não é difícil de perceber. Desde o começo da produção, o projecto é o de uma trilogia, procurando-se concentrar o grande e definitivo confronto e destino das personagens na última parte. A sua execução depende do êxito de bilheteira da primeira parte. Conseguido este, as duas que se seguem apresentam um carácter unitário. Daí resulta que a parte intermédia, que agora se estreou, desenvolva as situações mas não resolva nenhuma, deixando uma forte expectativa no termo do episódio, e o final apenas anuncia o confronto final. Ficam apenas breves sinais. A grande inimiga de Bella, entre vampiros com destaque na primeira parte, está quase ausente, embora se mostre o perigo da sua presença. E Jacob, o ‘lobo’ apenas se transforma como manifestação de perigo. Ambas as situações anunciam a terceira parte."

"Parece-me que será apressado formular uma crítica mais pertinente por uma história ainda sem conclusão. Isto porque a ideia da produção parece ter sido cuidadosamente planeada, em especial com a escolha dos realizadores. A primeira parte coube a Catherine Hardwicke, especializada em histórias dramáticas, e esta que se estreou foi dirigida por Chris Weitz, mais virado para a fantasia (“A Bússola Dourada”) que aqui não sabe explorar a influência do drama de Shakespeare “Romeu e Julieta” na existência dos seus trágicos heróis."



"A terceira parte, a estrear no próximo ano, será realizada por David Slade e é esta a aposta em transformar dramaticamente a acção, pois trata-se de um director bastante talentoso e especializado na profundidade da tensão dramática e dos confrontos como testemunham os seus dois filmes conhecidos, “Hard Candy” e “30 Dias na Escuridão”, este último já marcado pela participação dos ‘vampiros’." Manuel Cintra Ferreira, Expresso de 28/11/2009

27.11.09

Comprando preservativos...

26.11.09

LOCAL
São Pedro do Sul

«60 e qualquer coisa Euros? Pagando a taxa fica o problema resolvido? Então eu pago a taxa!»...


...José Carlos Almeida, o vereador solidário!


Se usa um Apple, pense duas vezes antes de fumar: alguns casos recentes têm mostrado que os computadores Apple não têm garantia contra o tabaco... [mais]

25.11.09

Ne Change Rien
Título original: Ne Change Rien
De: Pedro Costa
Com: Jeanne Balibar
Género: Documentário, Musical
Classificação: M/12
POR, 2009, Cores, 97 min.

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"“NE CHANGE RIEN” tem dois lados, como um LP. Um lado ‘A’, tenso e angustiado, e um ‘B’, mais melancólico e entregue ao sabor do vento, como uma das suas canções, ‘Johnny Guitar’. Talvez as duas partes se separem naquele misterioso ‘plano japonês’ em que duas senhoras fumam cigarros num bar de Tóquio. É um intervalo breve — dir-se-ia que o tempo, ali, parou —, como se ao espectador fosse permitido tomar um café a meio do espectáculo. E é o intervalo que basta para afastar esta hipótese de ‘filme-LP’ de quase tudo o que alguma vez aproximou a matéria musical da cinematográfica. Pois esta não é a história passiva de uma música já feita, antes a acção concreta de uma música ‘a fazer-se’ — e o seu processo criativo, que evolui à nossa frente, abre-nos novas perspectivas de julgamento."

"Durante a rodagem de “Ne Change Rien”, Jeanne Balibar, além dos concertos e ensaios, interpretou “La Périchole”, de Offenbach. A opereta tornar-se-ia o terceiro eixo de rotação do filme a explorar o perfeccionismo da artista. E se a espiral da Balibar rocker, na beleza e na penumbra que a envolvem, provoca empatia imediata (Jeanne está tão perto que quase parece podermos tocar-lhe nos cabelos), a Balibar cantora lírica, esteja ela entre a ‘espada e a parede’ de um ensaio ou num palco filmado dos bastidores, não é menos atraente. Afinal, falará “La Périchole”, que Offenbach criou 140 anos antes dos discos de Jeanne, dos mesmos tormentos das suas canções? Dos mesmos lamentos e desencontros? Quanto mais se vê o filme mais se desconfia que existe por ali um lastro a reflectir o passado na textura do presente, no mesmo espelho do romantismo; uma linha de ficção escondida que se insinua e vem coser as pontas."

"Trabalho, memória: mas isto não basta. E se aquele lado ‘A’ que imaginámos, formado essencialmente por grandes planos, fosse o inventor do romance? E se o lado ‘B’, em que a câmara se afasta consideravelmente do rosto de Balibar, anunciasse que o romance acabou? Afinal, Jeanne canta e não traz outra coisa do que canções de amor. Sorri, emociona-se, tortura-se, desespera... O seu teatro não é épico. Enquanto isso, o filme, noir do princípio ao fim, começa a criar personagens. E insistimos: há um thriller em “Ne Change Rien” ou, pelo menos, foi isso que vimos nele. Um thriller siderante em que, como noutros filmes de Pedro Costa, uma mulher se torna o espectro do desejo de um homem. O contacto é doce, a troca difícil. E a metamorfose não é uma mellow song: exige certas atmosferas, actores transformados em silhuetas pela luz e pela sombra, corpos que se exilam de si próprios para se suprimirem, como fantasmas que nos visitam e depois abandonam o ecrã em silêncio. Até que a matéria concreta ganhe um sentido sobrenatural. Até que o real e o poético possam ser o mesmo sonho."



"“Ne Change Rien” é um filme ultra-sensível. Deste cinema, haverá sempre pouco." Francisco Ferreira, Expresso de 21/11/2009

Google diz que PCs vão iniciar em sete segundos ou menos: o novo sistema operativo que o Google está a desenvolver vai ligar computadores tão rápido quanto uma televisão, anunciou a empresa de buscas na Internet ao demonstrar o ChromeOS... [mais]

Microsoft estreia o seu 'Facebook de desktop' com a ajuda do software Silverlight, anunciando uma ferramenta de personalização do Facebook: o Fishbowl, para Windows... [mais]

24.11.09

LOCAL
São Pedro do Sul

A estreia de Olga Madanelo...



...na última reunião de Câmara.

Electricidade por Wireless – O Mundo sem fios...



Mulher deprimida perde pensão da seguradora por causa do Facebook, depois de ter posto online imagens em que aparece sorridente... [mais]

23.11.09

FEDERALISMO E CINZENTISMO DOMINAM A UE
Por Manuel Silva

Aprovado o Tratado de Lisboa pelos 27, foram eleitos o Presidente do Conselho Europeu, Van Rompuy, primeiro-ministro belga, e a "ministra" dos Negócios Estrangeiros da UE, Catherine Ashton, ex-ministra da Justiça do Reino Unido.

Alguma vez o leitor ouviu estes nomes? Mas já ouviu, certamente, falar de Tony Blair, Jean Claude Junker, José Maria Aznar, ou Felipe Gonzalez. Todos eles foram potenciais candidatos ao cargo para que foi eleito Van Rompuy. Porque não foi então escolhido nenhum daqueles nomes, bem conhecidos e com competência demonstrada no exercício da liderança governamental dos seus países, mas alguém que apenas governa a Bélgica há um ano e é considerado um cinzentão? E porque será a "senhora PESC" alguém que não tem experiência diplomática nenhuma? Atenção, que esta senhora baronesa vai ter um enorme poder, pois, além de membro do Conselho, será vice-presidente da Comissão Europeia.

Por um lado, como afirmava Pacheco Pereira na edição do "Público" do passado dia 21 (sábado), tendo em conta que os governos europeus cada vez são mais frágeis e quem domina os 27 é a "burocracia bruxelense de primeira", não espanta que sejam indicados para os cargos máximos da UE burocratas de segunda. Por outro lado, nas costas e contra a vontade dos cidadãos, está-se a caminhar para uma Europa Federalista, dominada pelo eixo franco-alemão. Por isso, Sarkozy e Angela Merkel ficaram radiantes com estas escolhas. Pudera!... Blair, Aznar, ou Gonzalez, não lhes aparariam o jogo. O governo de Sócrates, como sempre, vai no rebanho, tal como, aliás, o PSD, que, como o PS, mentiu ao povo português, prometendo um referendo sobre o Tratado em causa, dando, posteriormente, o dito por não dito, e o CDS quando, após a fase nacionalista imitativa de Le Pen ou Heider, passou a euro-calmo, expressão que nunca ninguém soube o que significava. Para Portas, tal também não terá grande importância. É mais um "sound-bite", típico de quem não tem qualquer projecto de futuro...

A IRONIA E A MAIÊUTICA EM (JOSÉ) SÓCRATES
Por Manuel Silva

A taxa de desemprego já vai em quase 10% da população activa. Segundo afirmava, na última edição do "Expresso", Nicolau Santos, o desemprego real andará à volta de 11% daquela população.

No dia em que aquele primeiro número foi conhecido, surgiram no noticiário das 20:00 horas, no canal 1 da RTP, desempregados, já na meia idade, que mais pareciam personagens saídas de "Um Conto de Natal", de Charles Dickens, de "Os Miseráveis", de Vitor Hugo, ou do "Germinal", de Émile Zola, a falar da sua falta de esperança num futuro melhor.

Sobre esta questão, que pode vir a tornar-se explosiva e sobre casos de corrupção, como o "Freeport" ou "Face Oculta", o primeiro-ministro imita bem o seu homónimo grego Sócrates, considerado o pai da filosofia, no respeitante ao que considerava ironia, quando dizia :"só sei que nada sei".

Relativamente à maiêutica socrática (conhece-te a ti mesmo), mãe da teoria do conhecimento, aos costumes diz nada.

E, como cantava Fausto, há mais de 30 anos, "(...) assim se faz Portugal. Uns vão bem e outros mal". Mas, como eu já ouvia em criança, também "não há bem que nunca acabe, nem mal que sempre dure".

22.11.09

Tetro
Título original: Tetro
De: Francis Ford Coppola
Com: Vincent Gallo, Maribel Verdú, Alden Ehrenreich
Género: Drama, Mistério
Classificação: M/12
ARG/ESP/EUA/ITA, 2009, Cores e P/B, 127 min.

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"HÁ UM JOVEM que procura um irmão mais velho que anos antes se foi embora da casa paterna. Há um pai com tendências centrípetas, fazendo o mundo convergir para um ponto onde ele está. Há uma história trágica com ressonâncias de incesto e há uma jovenzinha fascinada que um pai rouba a um filho e depois se desarticula, como uma boneca a quem partiram as ligações. Há um tipo que praticamente enlouquece com a história da sua vida que não pára de escrever e mastigar — e uma mulher que o salva sem lhe matar os fantasmas. E há Coppola a dizer que todas aquelas histórias, personagens, relações, tramas e traições são verdadeiras, embora nada daquilo alguma vez tenha ocorrido."

"Já estou a ver, daqui a poucos anos, os biógrafos do realizador debruçados sobre “Tetro”, tentando esclarecer em cada recanto uma correspondência com a realidade, como se este fosse um filme com chaves para decifrar. Acrescento já que quero, no futuro, ler esse esforço, mas que, perante o filme, isso é o que menos me interessa. Pelo contrário, interessa-me muito verificar que esta espécie muito particular de saga familiar, em tom de melodrama embalado pelo som do bandoneón (fascinante banda sonora de Osvaldo Golijov), tem o sopro de uma ópera popular. É por isso que nenhum dos personagens é verdadeiramente realista e que a fotografia a preto-e-branco cria uma impressão de sufoco como eu não via desde “A Saudade de Veronika Voss” de Fassbinder (quem diria que já passou mais de um quarto de século!)."

"É por isso que as ruas do bairro de La Boca, numa Buenos Aires apaixonante e onírica, parecem cenários de um palco incomensurável, como pareciam as de “Do Fundo do Coração” que eram mesmo feitas num estúdio, as de “Tetro” não. É por isso que quando Maribel Verdú dança diante de um Alden Ehrenreich que não podia estar mais embevecido, aquilo parece um momento perfeito e a gente nem se interroga sobre os cordéis de ficção que ligam a cena ao que veio antes e ao que vem depois. Não: a gente fica ali, mais enfeitiçada do que o protagonista, sem querer saber mais nada a não ser a pura beleza diante dos olhos."

"E apetece que dure — infindavelmente. Como nos melhores filmes de Powell e Pressburger que Coppola explicitamente convoca, como nas grandes árias de Verdi que desejamos que não acabem nunca, “Tetro” é um objecto com o poder de retorsa sedução que só os pináculos artificialistas conseguem destilar. Tem tudo lá dentro, Eros e Thanatos, espantos, dores, bailado, a grande música, o teatro mais delirante, a tragédia, os espaços largos (como nos westerns), o melodrama da ralé, faca-e-alguidar, e a melhor arte elitista — até tem uma cena de iniciação sexual feita com uma alegria tão exuberante que apetece ser virgem outra vez. Esta massa infrene, pulsante, é caldeada pela mão de um autor que sabe tudo o que há para saber sobre cinema e que, como já nada tem a provar, faz aqui o mais livre dos seus filmes, o mais secreto, o mais barroco, um dos mais belos."



"(Tenho um amigo que acha Francis Ford Coppola o maior cineasta da História do Cinema. “Tetro” — e a trilogia dos Padrinhos, e “Apocalypse Now” e “Do Fundo do Coração” — quase me fazem dar-lhe razão.)" Jorge Leitão Ramos, Expresso de 21/11/2009


Os CTT inauguraram a sua ilha no Second Life. Intitula-se “World in Touch” e a abertura assinala a adesão dos Correios portugueses à mais conhecida plataforma virtual 3D em rede... [mais]


Marcelo sossegou fiéis: deve avançar em Janeiro... [mais]

21.11.09

Chrome OS: o sistema operativo da Google...



...o anúncio foi feito oficialmente pela Google. O novo sistema é totalmente open source, o que significa que programadores de todo o mundo poderão realizar modificações no sistema, e utilizá-lo da forma que melhor lhe convir. O Chrome OS é baseado no Linux e pretende ser "veloz, simples e seguro", assim como todos os aplicativos da Google. [mais]

20.11.09

Contra a pornografia infantil...


Palavra do ano é do Facebook: o New Oxford American Dictionary nomeou como palavra do ano 2009 «unfriend», que significa o acto de remover algum utilizador da categoria de «amigos» no Facebook, informa a CNN... [mais]

19.11.09

A era do "touch"...





30
invenções inúteis... [aqui]

LOCAL
Vouzela



Juiz de instrução da "Face Oculta" passou pelos tribunais de Famalicão, Paredes, Vouzela e Oliveira de Azeméis, antes de assumir área criminal em Aveiro... [mais]

18.11.09

Michael Jackson babies dancing...


...versão original aqui.






Assaltante fica entalado com calças no chão... [aqui]

17.11.09

LOCAL
São Pedro do Sul

António Carlos Figueiredo em entrevista...

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Nova impressora portátil...


...aqui!

16.11.09

Os Sorrisos do Destino
Título original: Os Sorridos do Destino
De: Fernando Lopes
Com: Ana Padrão, Rui Morrison, Milton Lopes
Género: Drama
Classificação: M/12
POR, 2009, Cores, 98 min.

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"ADA É UMA MULHER cosmopolita, entre lançamentos de livros, programas de rádio, viagens a Itália e Wagner como música de fundo. Borboleta cultural, é natural que, aqui e ali, ceda às seduções que os artífices do gosto tão hábeis são a manusear. Do amor não saberemos o que pensa, mas o sabor da infidelidade está no rosto de Ana Padrão e cai-lhe bem. Carlos, o marido, pelo contrário, é um jornalista muito mais terra-a-terra, ao espavento sinfónica prefere os boleros de Los Panchos (espantosa banda sonora a desta fita — onde se compra?) e acerca do amor só sabemos que nunca há-de conseguir viver sem Ada. Rui Morisson é esse homem, seguro de si e, todavia frágil que, um dia, lê uma mensagem no telemóvel da mulher, por acaso, por artes do destino — ele que nem tem nem é capaz de manusear tais aparelhos. Descobre que há um tal Manuel B. que anseia por voltar a estar com ela. E resolve conhecer esse outro parceiro que andava pela sua vida e ele nem sonhava. Escritor angolano, em casa isolada, de excelente gosto e melhor vinho, Manuel é Milton Lopes (que já em “O Delfim” era o homem que a senhora ia buscar). O que Carlos encontra e como resolve aquilo que encontra não cumpre dizer aqui, vão ver o filme. Convém saber, contudo, que ele leva no bolso uma navalha de ponta e mola, mas que esta não é uma fita de faca e alguidar."

"“Os Sorrisos do Destino” é uma situação triangular tão antiga quanto a humanidade, contada com um sorriso nos lábios e um injúria no peito. Sagaz, o filme começa por uma alusão em subtexto (uma sessão fotográfica com uma top model em lingerie) onde o sexo se afixa com exuberante evidência, para depois o apagar quase por inteiro, como se esse fosse um assunto para o domínio do não-dito. Corajoso, enfrenta o pânico da solidão sem medo do ridículo naquela outra cena em que Carlos se levanta pela noite fora, sem norte nem rumo, e acaba acalentado pelo amigo que o mete na cama e lhe ajeita os lençóis, paternalmente — cena de uma verdade sem manejos, exemplar. Sofisticado, resolve-se numa espécie de encenação de alma grande, como se os comparsas masculinos fossem homens do mundo e soubessem sorrir perante os adejos das mulheres, os seus enlevos e enganos. Mas não sabem. No fundo há qualquer coisa de marialva por ali. Até no abandono a que Ada está votada."



"Existe, no mais recente filme de Fernando Lopes, uma vontade de olhar as agruras dos sentimentos — o adultério, os cansaços, os jogos de sedução — com a leveza nobre dos cínicos amargos do cinema (Lubitsch, Wilder, evidentemente). Constatemos, no entanto, o ponto de vista excessivamente masculino para que se verifique a equanimidade que esses mestres sempre se esforçavam por praticar. E, à falta da arte da esgrima com que desembrulhar diálogos e situações, notemos que sobra uma ibérica consternação: boleros em que se pode marinar a dor de corno, temperada a álcool — whisky ou tinto (do Douro) — e tristeza. Quase quase à beira das lágrimas. (Eu acho que a câmara desviou o olhar um segundo antes de acontecer. Questões de pudor, não temos nada com isso). Os filmes de verdade também têm direito a zonas reservadas." Jorge Leitão Ramos, Expresso de 14/11/2009

15.11.09

O que é o Google Wave?


Pelo menos cinco certidões extraídas do ‘processo Face Oculta’ implicam José Sócrates em actividades que poderão ser consideradas tráfico de influências. Além da compra da TVI pela PT, são também referidas manobras para financiar a campanha eleitoral do PS para as últimas legislativas e para ajudar a salvar o grupo empresarial de Joaquim Oliveira (DN, JN, 24Horas, TSF, O Jogo e Sport TV). [mais]