Não podia ser mais relevante e mais embaraçoso: era chegado o momento culminante de O Código da Vinci, atingia-se a conclusão das "teses" defendidas pelo escritor Dan Brown no best-seller que o filme de Ron Howard adapta - ou seja, que Jesus Cristo e Maria Madalena constituíram família -, e aqueles que, terça-feira à noite em Cannes, terão sido os primeiros espectadores de uma produção de 150 milhões de dólares (117 milhões de euros) promovida como o título mais aguardado da temporada desataram a rir. Como se expusessem um embuste.