A única coisa a que assisti na "Rivolução" que, de perto ou de longe, tem a ver com a arte dramática foi o "teatro" que o director do Plástico fez após a expulsão dos ocupantes pela polícia. Ele era a "brutal carga policial", ele era ser acordado por "lanternas", ele era, acima de tudo, essa enorme violência disto ser feito às seis da manhã, sem ser diante das câmaras de televisão.