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Só que, olhando para o DN, o PCP borra a pintura com a notícia logo em baixo, dizendo, eufemisticamente, que não se revê nos métodos das FARC (os adversários do PCP podem sair de casa descansados). Para logo depois defender que não se pode criminalizar a acção daquele grupo.
Primeiro vídeo de interrogatório realizado em Guantánamo, aqui.