Confrontado (…) com o estado da Justiça, [Miguel Cadilhe] socorreu-se, para não se comprometer, de dados que retirou de estudos feitos por instituições da UE. Um destes coloca os salários dos juízes portugueses em primeiro lugar num grupo de 21 países estudados. Entre os indicadores citados, Cadilhe, admite que "com a mesma despesa corrente na Justiça, a eficiência pudesse ser muito maior", desde que houvesse "maior produtividade e maior efectividade".