28.3.10


Há mais de 200 redes sociais activas na internet. Umas super exclusivas, outras bizarras e algumas excêntricas. Veja o que os cibernautas andam a fazer... [aqui]

27.3.10

Passos Coelho é o novo líder do PSD...

Apenas quatro de 30 roulotes...

...analisadas pela DECO obtiveram uma apreciação globalmente positiva e em mais de metade foram detectados em ‘hambúrgueres’ e ‘cachorros’ germes indicadores de falta de higiene... [mais]

25.3.10


Rien ne va plus pour le Premier ministre socialiste, dont le nom est associé à des affaires de corruption sur fond de crise économique majeure... [mais]

24.3.10

Google não mapeou bairro da Camorra...

...na falta de uma explicação oficial, os jornais italianos especulam: a Google não se terá atrevido a percorrer as estradas de Gomorra, título do livro do jornalista Roberto Saviano sobre a máfia napolitana que deu origem a um filme com o mesmo nome. [mais]

23.3.10

LOCAL
São Pedro do Sul

Chama-se Ekaterina Malginova e é uma jovem russa de 18 anos, que veio para Portugal há nove. É uma aluna exemplar na Escola Secundária de São Pedro do Sul e acabou de lançar um livro de poesia pensado e escrito em português... [mais]

17.3.10

Primeiro-ministro apresentado como "José Trocas-te"...



...o lapso ocorreu durante a Estratégia Nacional para a Energia até 2020, no Pavilhão de Portugal, em Lisboa. [aqui]


As Impressoras a Lápis, aqui...

16.3.10

Tragédia na Madeira...



...um desastre já anunciado há dois anos!
O comunismo no seu melhor...



...a mais recente sensação da Internet conta com mais de dois milhões de visualizações no YouTube em um par de semanas: é um vídeo musical de 1976, no qual o cantor romântico soviético Eduard Khil trauteia a melodia de uma canção à qual os censores do Kremlin não deixaram passar a letra por falar de um cowboy cuja namorada ficava em casa a tricotar meias. O cantor, hoje com 75 anos e a viver em São Petersburgo, não compreende como se deu este renovado sucesso – não sabe bem o que é a Internet – e acha que estão a gozar com ele quando lhe falam do êxito mundial alcançado.

15.3.10


16 Programas gratuitos para o Windows que você deveria conhecer, aqui...

11.3.10

Sleepbox - uma caixa para dormir...

Trata-se, como o nome indica, de uma pequena caixa de 2m x 1,40m x 2,30m para dormir com conforto e segurança. Oferece momentos de sono tranquilo e descanso numa cidade, sem perda de tempo à procura de um hotel. Foi idealizada para estar presente em estações de comboios, aeroportos, locais públicos centrais, entre outros locais onde possa haver aglomerações de pessoas exaustas. Em países com um clima temperado a Sleepbox poderá ser utilizada também nas ruas.

Graças à Sleepbox qualquer pessoa tem a oportunidade de passar a noite em segurança e de forma barata, em caso de emergência. O espaço móvel inclui uma cama e está equipado com um sistema de mudança automática de lençóis, sistema de ventilação, alerta sonoro, televisão LCD incorporada, WiFi, plataforma para um computador portátil e phones recarregáveis. Debaixo do chão há ainda um espaço para as malas. O pagamento poderá ser feito em terminais partilhados, que dariam ao cliente uma chave electrónica, sendo possível comprar 15 minutos ou várias horas.





9.3.10

Pub...

A produtora Zynga, responsável pelo famoso jogo do Facebook “FarmVille", está a ser acusada de enganar os jogadores e reter dinheiro supostamente arrecadado por doações feitas para campanhas humanitárias, entre elas, a campanha que tinha como objectivo ajudar as vítimas do sismo no Haiti. [mais]



Os melhores antivírus gratuitos, aqui...

8.3.10

And the winner is...

Photobucket

Melhor filme: Estado de Guerra
Melhor realizador: Kathryn Bigelow (Estado de Guerra)
Melhor actor: Jeff Bridges (Crazy Heart)
Melhor actriz: Sandra Bullock (The Blind Side)
Melhor actor secundário: Christoph Waltz (Sacanas Sem Lei)
Melhor actriz secundária: Mo’Nique (Precious)

[mais]

6.3.10

Alice no País das Maravilhas
Título original: Alice in Wonderland
De: Tim Burton
Com: Mia Wasikowska, Johnny Depp, Helena Bonham Carter, Christopher Lee, Anne Hathaway
Género: Aventura
Classificação: M/12
EUA, 2010, Cores, 108 min.

Photobucket

"UMA DAS maiores dúvidas colocadas a priori sobre “Alice no País das Maravilhas” relacionava-se com o regresso de Tim Burton à Disney, quase 30 anos depois de um ‘adeus’ que julgávamos definitivo. Quem iria ceder a quem? Estaria o autor irreverente disposto a comprometer os seus disfarces fantasmagóricos? A perder a independência perante o mais caro dos seus filmes (250 milhões de dólares), aceitando os compromissos de uma casa que aposta forte nas bilheteiras e na normalização do gosto? Ou teria sido afinal a conservadora Disney, num rasgo de ousadia, a oferecer carta branca ao mais genial dos seus filhos pródigos? Os burtonianos receavam o pior, sobretudo depois do pouco inspirado “Sweeney Todd: O Terrível Barbeiro de Fleet Street”, robótica opereta que trocava os abismos do sonho por um imaginário carbonizado de esterilidade, muito pouco humano."

"Olhando para esta nova “Alice...”, se alguém cedeu não foi Burton. Vários factores podem ser responsáveis por isto. Em primeiro lugar, a extravagância deste novo 3D em relevo, cuja eficácia, inatacável, ainda é motivo de espanto para todos. A história da produção de “Alice...” — e foi o cineasta quem o disse em Londres — é a história de um ‘tiro no escuro’. Para a Disney, tratava-se da sua primeira afirmação tecnológica na matéria pós-“Avatar” (talvez isto explique as ‘mãos largas’ da casa que inventou o Rato Mickey). Quanto a Burton, esta foi também a sua primeira experiência a dirigir actores sobre a green box da CGI, tecnologia que lhe abriu um mundo de possibilidades infinitas na pós-produção externa à rodagem. Desta vez, Burton não tinha cenários, sempre tão importantes nos seus filmes, a influenciar os actores. Estava a trabalhar com eles ‘no vazio’. Num one on one exigente e paradoxalmente mais humano, íntimo e produtivo que o resultado dos seus filmes recentes. As cenas com personagens em grande plano, sobretudo as do Chapeleiro (Johnny Depp) e da Rainha Vermelha (Helena Bonham Carter), são prova disso e contrastam com as sequências da batalha final, mais disneyiana e vulgar."

"Outro aspecto está ligado ao sainete dos argumentistas, que desafia o universo de Carroll e reinventa a heroína literária: Alice (Mia Wasikowska) já não é criança, mas uma teenager que se torna um poço de invenção. O que acontece aqui é que a pergunta do espectador deixa de ser “who are you?” e transforma-se num “where have you been?” capaz de mexer com a memória colectiva. Outro triunfo."

"“Alice no País das Maravilhas”, não convém esquecer, também é uma comédia de aventuras. A gravidade de personagens mais trágicas como o Chapeleiro e a Lagarta encontram uma oposição na paródia desta sociedade matriarcal em que Alice, já de si emancipada para o seu tempo, ajudará a Rainha Branca (Anne Hathaway) na luta contra a malvada Rainha Vermelha. Quem esperaria que Burton contornasse a orfandade paterna inerente dos seus heróis com esta história de mulheres e de sopro feminista?"



"Burton fez o seu filme mainstream mas não perdeu a cabeça e ‘ enganou o diabo’: “Alice no País das Maravilhas” não deixa de ser um filme de Burton. A sua heroína mantém intacto o mesmo espírito sonhador. Ela é a porta de entrada de um épico para a nova geração."Francisco Ferreira, Expresso de 06/03/2010
Joseph Haydn, 'Seven Last Words: Introduction'
The Navarra Quartet at the City of London Festival

4.3.10

3.3.10

Um Homem Singular
Título original: A Single Man
De: Tom Ford
Com: Colin Firth, Julianne Moore, Nicholas Hoult, Matthew Goode
Género: Drama
Classificação: M/16
EUA, 2009, Cores, 101 min.

Photobucket

"UM POUCO mais e seria melodrama mexicano. Um pouco menos e seria irrisório, faz-de-conta sem alma, provavelmente ridículo. Mas Colin Firth aceita percorrer a corda bamba sobre estes dois abismos e dar-nos um retrato comovente de um solteiro singular (single, no título, pretende-se lido nesta dupla condição) — por certo a melhor coisa que o vimos fazer na vida. Não é pouco."

"No princípio George, professor de literatura, está em estado de desespero. Não parece possível iludir a ausência do companheiro de muitos anos que morreu num acidente de automóvel há uns meses já — e ele continua uma existência de morto-vivo, suspenso num aquário de conforto e no futuro o projecto de uma pistola apontada à cabeça e o seu próprio dedo no gatilho a disparar. Tudo num espaço desenhado como o supra-sumo da elegância, um manto de falsidade, como se um exterior onde está tudo no sítio fosse a violenta antítese de um íntimo onde nada encaixa em nada. Depois, lentamente, o projecto de suicídio adensa-se, prepara-se, como uma despedida inadiável partilhada com uma vizinha igualmente em estado de solidão (esplêndida Julianne Moore, tão bela, tão frágil, tão triste). Comparticipam gin e memórias, um abraço, embriaguez, a impressão do abismo aberto ali ao lado. E a melancolia de nem saltar nem fugir. Mas a vida pode dar muitas voltas."



"“Um Homem Singular” é uma história de luto homossexual, mas podia ser uma história de luto — só. É filme de uma eficácia imaculada, nem parece obra de um estreante — Tom Ford — com nome feito no campo do estilismo. O clima que a fita arquitecta (algo de onírico, aquático, suspensão ébria) é inesperadamente bem conseguido, não cedendo Ford à tentação dos principiantes (o uso da palavra), antes acreditando no poder das imagens e da sua concatenação. É isso que faz a especificidade do cinema." Jorge Leitão Ramos, Expresso de 20/02/2010

2.3.10

Django Reinhardt, 'J'attendrai Swing'
1939

O Mensageiro
Título original: The Messenger
De: Oren Moverman
Com: Ben Foster, Jena Malone, Eamonn Walker, Woody Harrelson
Género: Drama, Guerra
Classificação: M/12
EUA, 2009, Cores, 105 min.

Photobucket

Photobucket

Photobucket




Photobucket
Jorge Leitão Ramos, Expresso de 27/02/2010
Porque nunca, nos últimos 35 anos, tivemos em Portugal um primeiro-ministro com um percurso e um perfil ético tão desadequado para o cargo que ocupa e a quem as ditas “campanhas” se colassem tão bem. Sim, e esta evidência não resulta de nenhuma campanha, José Sócrates é um mentiroso. E mente mesmo quando a verdade se pode revelar logo no dia seguinte. Sem receio. [mais]
Astrud Gilberto e Stan Getz, 'The Girl from Ipanema'
1964

1.3.10

LOCAL
São Pedro do Sul

Shutter Island
Título original: Shutter Island
De: Martin Scorsese
Argumento: Laeta Kalogridis
Com: Leonardo DiCaprio, Mark Ruffalo, Ben Kingsley, Emily Mortimer
Género: Drama, Thriller
Classificação: M/16
EUA, 2010, Cores, 138 min.

Photobucket

Jorge Leitão Ramos, Expresso de 27/02/2010