Leonard Cohen, 'Everybody knows'
30.11.08
28.11.08
LOCAL
São Pedro do Sul

Eu reconheço que devia falar mais com o partido, devia dizer ao partido, por exemplo, que vamos ter concelhia em S. Pedro do Sul, onde não existe há décadas...
São Pedro do Sul
Jornal do Centro, de 28/11/2008
***

Eu reconheço que devia falar mais com o partido, devia dizer ao partido, por exemplo, que vamos ter concelhia em S. Pedro do Sul, onde não existe há décadas...
LOCAL
São Pedro do Sul
V Convenção Nacional dos Alcoólicos Anónimos...
...os Alcoólicos Anónimos de Portugal realizam a V Convenção Nacional em São Pedro do Sul, entre 29 de Novembro e 1 de Dezembro.
A iniciativa pretende proporcionar aos associados do grupo um momento de convívio e de celebração, no qual partilham experiências e a própria recuperação.
São Pedro do Sul
V Convenção Nacional dos Alcoólicos Anónimos...
...os Alcoólicos Anónimos de Portugal realizam a V Convenção Nacional em São Pedro do Sul, entre 29 de Novembro e 1 de Dezembro. A iniciativa pretende proporcionar aos associados do grupo um momento de convívio e de celebração, no qual partilham experiências e a própria recuperação.
27.11.08
26.11.08
LOCAL
São Pedro do Sul
O debate político no nosso quintal...
Deputado Vítor Figueiredo: «O senhor Manuel Silva está aqui a dizer disparates que nem sabe o que é que diz! Parece aquelas criancinhas que precisavam de ir para o Júlio de Matos, pura e simplesmente!»
Deputado Manuel Silva: «Ainda bem que isto ficou gravado, porque este senhor acaba de me ofender e com toda a probabilidade vou constituir um mandatário e participar dele porque me ofendeu na honra e consideração e os senhores são testemunhas!»
Assembleia Municipal, de 21/11/2008
São Pedro do Sul
O debate político no nosso quintal...
Deputado Manuel Silva: «Ainda bem que isto ficou gravado, porque este senhor acaba de me ofender e com toda a probabilidade vou constituir um mandatário e participar dele porque me ofendeu na honra e consideração e os senhores são testemunhas!»
Assembleia Municipal, de 21/11/2008
25.11.08
LOCAL
São Pedro do Sul
A região de Lafões tem a partir de hoje um Serviço de Urgência Básica (SUB), a funcionar no centro de Saúde de S. Pedro do Sul, que conta com dois médicos, dois enfermeiros e um técnico de radiologia.
O presidente da Câmara de S. Pedro do Sul, António Carlos Figueiredo, disse à Agência Lusa que a mudança foi para melhor, “porque o SUB dispõe de equipamentos de ponta, não tem nada a ver com os antigos SAP”.
O serviço tem RX, electrocardiógrafo com capacidade para telemedicina, monitor-desfibrilhador com ligação directa ao Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do Instituto Nacional de Emergência Médica, análises clínicas (química seca) e equipamento para pequena cirurgia.
O autarca recordou que tinha recebido a 23 de Janeiro do então ministro da Saúde, Correia de Campos, a garantia de que o seu concelho teria um SUB, e que, mesmo após a sua saída do Governo, nunca duvidou da concretização do projecto.
Congratulou-se por, “ainda que tenha sido pressionado politicamente a não cumprir o que estava no estudo técnico”, Correia de Campos tenha decidido criar o SUB de S. Pedro do Sul, ao que a sua sucessora deu seguimento.
O SUB está a funcionar provisoriamente no centro de saúde, enquanto o novo, já projectado, não é construído.
Segundo António Carlos Figueiredo, o investimento de 2,5 milhões de euros deverá começar a ser construído no início do próximo ano.
O autarca exortou ao cumprimento dos prazos, lembrando que “o Ministério da Saúde paga cinco mil euros mensais de renda à Misericórdia de S. Pedro do Sul e quanto mais tempo passa, mais dinheiro é atirado fora”.
O novo centro de saúde de S. Pedro do Sul já está previsto em PIDDAC desde o início da década de 90, tendo a autarquia cedido terreno para a sua construção em 2001.
São Pedro do Sul
A região de Lafões tem a partir de hoje um Serviço de Urgência Básica (SUB), a funcionar no centro de Saúde de S. Pedro do Sul, que conta com dois médicos, dois enfermeiros e um técnico de radiologia.O presidente da Câmara de S. Pedro do Sul, António Carlos Figueiredo, disse à Agência Lusa que a mudança foi para melhor, “porque o SUB dispõe de equipamentos de ponta, não tem nada a ver com os antigos SAP”.
O serviço tem RX, electrocardiógrafo com capacidade para telemedicina, monitor-desfibrilhador com ligação directa ao Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do Instituto Nacional de Emergência Médica, análises clínicas (química seca) e equipamento para pequena cirurgia.
O autarca recordou que tinha recebido a 23 de Janeiro do então ministro da Saúde, Correia de Campos, a garantia de que o seu concelho teria um SUB, e que, mesmo após a sua saída do Governo, nunca duvidou da concretização do projecto.
Congratulou-se por, “ainda que tenha sido pressionado politicamente a não cumprir o que estava no estudo técnico”, Correia de Campos tenha decidido criar o SUB de S. Pedro do Sul, ao que a sua sucessora deu seguimento.
O SUB está a funcionar provisoriamente no centro de saúde, enquanto o novo, já projectado, não é construído.
Segundo António Carlos Figueiredo, o investimento de 2,5 milhões de euros deverá começar a ser construído no início do próximo ano.
O autarca exortou ao cumprimento dos prazos, lembrando que “o Ministério da Saúde paga cinco mil euros mensais de renda à Misericórdia de S. Pedro do Sul e quanto mais tempo passa, mais dinheiro é atirado fora”.
O novo centro de saúde de S. Pedro do Sul já está previsto em PIDDAC desde o início da década de 90, tendo a autarquia cedido terreno para a sua construção em 2001.
24.11.08
A Fronteira do Amanhecer
Título original: La Frontière de l'Aube
De: Philippe Garrel
Com: Louis Garrel, Clémentine Poidatz, Laura Smet
Género: Dra
Classificação: M/12
FRA, 2008, Cores, 106 min.
"Passamos aos electrochoques, aos comprimidos, à garrafa de gim. Carole (Laura Smet), actriz francesa na berlinda, está em crise emocional. Ela é uma vedeta. François (Louis Garrel, filho de Philippe), câmara à tiracolo, toca à porta do seu enorme apartamento: vem fotografá-la. O amor à primeira vista começa logo ali, pela magia de uma câmara fotográfica, e consuma-se rapidamente numa segunda sessão de fotos, agora num minúsculo quarto de hotel parisiense de onde fotógrafo e actriz sairão amantes. Enquanto François, na sombra, trabalha, Carole, exposta a todo o tipo de «sunlights», está parada, à espera do projecto seguinte, acabando por encontrar o mesmo destino da heroína do conto de Gautier. Não é por acaso que Garrel introduz a alavanca do melodrama dentro dos bastidores do cinema, nesse «exterior» de futilidade e um «amour fou» em «A Fronteira do Amanhecer» aparência onde são mais as misérias que as grandezas: é essa a história de Carole, que morre de amor quando o amor lhe bate à porta. Mas, após o suicídio da actriz, A Fronteira do Amanhecer parte destemido para um rio sem regresso. François, que entretanto encontrou nova vida ao lado de um «amor positivo», Ève (Clémentine Poidatz), começa a ser assaltado pelo fantasma de Carole."
"Pela «mise-en-scène», pelo preto e branco milagroso de William Lubtchansky, pela própria história do cinema que constitui Garrel, A Fronteira do Amanhecer é um filme que parte da «nouvelle vague», a um ponto tal e com uma tal mestria que quase é possível acreditar na ilusão de que o cinema moderno nasceu aqui e agora. De seguida, resgata o melodrama para outro território, muito mais sombrio. Atira-se de cabeça para uma explosão de romantismo cara aos surrealistas e ao mito de Orfeu, aos truques de magia de Méliès e aos «efeitos especiais» de Cocteau; no fundo, uma explosão próxima das origens do cinema."
Título original: La Frontière de l'Aube
De: Philippe Garrel
Com: Louis Garrel, Clémentine Poidatz, Laura Smet
Género: Dra
Classificação: M/12
FRA, 2008, Cores, 106 min.
"A FONTE do «opus 28» de Philippe Garrel, ao que parece, vem da literatura, da novela de um romântico, Théophile Gautier, autor do celebérrimo O Capitão Fracasse. Spirite, assim se chama esse conto de Gautier, foi influência confessada por Garrel e nem sequer figura no genérico de A Fronteira do Amanhecer. Conta quem o leu que se trata da história de uma mulher que, depois de se suicidar, surge num espelho, chamando do além o homem que amou. Uma grande parte das personagens são fantasmas. A irrupção do sobrenatural, venha ela, como tantas vezes veio, do «amour fou» ou do suicídio, não é novidade para este cinema poético, destinado a dividir as águas, tal como aconteceu na estreia de Cannes. As vaias (muitas) e os aplausos (poucos), igualmente apaixonados, foram no fundo os mesmos que, em 1960, vaiaram e aplaudiram A Aventura, de Antonioni."
"Passamos aos electrochoques, aos comprimidos, à garrafa de gim. Carole (Laura Smet), actriz francesa na berlinda, está em crise emocional. Ela é uma vedeta. François (Louis Garrel, filho de Philippe), câmara à tiracolo, toca à porta do seu enorme apartamento: vem fotografá-la. O amor à primeira vista começa logo ali, pela magia de uma câmara fotográfica, e consuma-se rapidamente numa segunda sessão de fotos, agora num minúsculo quarto de hotel parisiense de onde fotógrafo e actriz sairão amantes. Enquanto François, na sombra, trabalha, Carole, exposta a todo o tipo de «sunlights», está parada, à espera do projecto seguinte, acabando por encontrar o mesmo destino da heroína do conto de Gautier. Não é por acaso que Garrel introduz a alavanca do melodrama dentro dos bastidores do cinema, nesse «exterior» de futilidade e um «amour fou» em «A Fronteira do Amanhecer» aparência onde são mais as misérias que as grandezas: é essa a história de Carole, que morre de amor quando o amor lhe bate à porta. Mas, após o suicídio da actriz, A Fronteira do Amanhecer parte destemido para um rio sem regresso. François, que entretanto encontrou nova vida ao lado de um «amor positivo», Ève (Clémentine Poidatz), começa a ser assaltado pelo fantasma de Carole."
"Pela «mise-en-scène», pelo preto e branco milagroso de William Lubtchansky, pela própria história do cinema que constitui Garrel, A Fronteira do Amanhecer é um filme que parte da «nouvelle vague», a um ponto tal e com uma tal mestria que quase é possível acreditar na ilusão de que o cinema moderno nasceu aqui e agora. De seguida, resgata o melodrama para outro território, muito mais sombrio. Atira-se de cabeça para uma explosão de romantismo cara aos surrealistas e ao mito de Orfeu, aos truques de magia de Méliès e aos «efeitos especiais» de Cocteau; no fundo, uma explosão próxima das origens do cinema."
"É um filme que sonha acordado com um tempo em que tudo ainda era uma questão de contraste entre a luz e a sombra e ainda se assobiava na noite, com medo, para espantar o escuro. Não há mil maneiras de dizê-lo: a beleza, aqui, está em estado puro."
Francisco Ferreira, Expresso de 22/11/2008
Francisco Ferreira, Expresso de 22/11/2008
LOCAL
Vouzela

Vouzela

Tribunal confirma acórdão da Relação e absolve corporação de indemnizar ex-quarteleira em 100 mil euros...
O ex-líder do PSD Marcelo Rebelo de Sousa admitiu hoje a hipótese de voltar a candidatar-se à presidência do partido depois de 2009 com a frase "sei lá se isso não acontece" após as legislativas do próximo ano.21.11.08
19.11.08
Ferreira Leite pergunta...
...se "não seria bom haver seis meses sem democracia" para pôr "tudo na ordem"...
Que diriam Sá Carneiro e Cavaco Silva, que ficaram para a história justamente pelas suas reformas e que não hesitaram em enfrentar corporações, sem precisarem de "suspender a democracia" para isso? Decididamente, Manuela Ferreira Leite "passou-se". Não perdoa ao Governo fazer reformas sem "suspender a democracia". Não aguenta manifestamente a pressão do evidente fracasso da sua liderança. O PSD vai precisar de mudar de novo de líder...
18.11.08
LOCAL
São Pedro do Sul
Foi recentemente celebrado um protocolo entre a Câmara Municipal de S. Pedro do Sul e o Cénico - Grupo de Teatro Popular. Segundo aquele protocolo, aprovado por unanimidade na C.M., a renda do espaço que será ocupado pelo Cénico é paga pela autarquia. O Cénico, em contrapartida, compromete-se a realizar um determinado número de espectáculos, anualmente, no Cine-Teatro.
São Pedro do Sul
Foi recentemente celebrado um protocolo entre a Câmara Municipal de S. Pedro do Sul e o Cénico - Grupo de Teatro Popular. Segundo aquele protocolo, aprovado por unanimidade na C.M., a renda do espaço que será ocupado pelo Cénico é paga pela autarquia. O Cénico, em contrapartida, compromete-se a realizar um determinado número de espectáculos, anualmente, no Cine-Teatro.17.11.08
Afinal havia outra... no Second Life
...uma traição virtual deu origem a um divórcio real. A história é simples de contar: Uma mulher britânica, de 28 anos, descobriu que o marido tinha uma amante no Second Life.
Já andava desconfiada e pagou até a um detective para investigar a "segunda" vida do cônjuge.
A vida em comum do casal chegou ao fim depois da britânica ter "apanhado" em flagrante, por duas vezes, o "avatar" (personagem virtual) do marido a ter relações sexuais com outra personagem do Second Life.
Curiosamente, o casal, agora desunido, conheceu-se pela Internet, em 2003, num "chat" de conversação. Amy Taylor e David Pollar estiveram casados três anos e além da cerimónia religiosa assinalaram o matrimónio numa festa tropical no Second Life.
Quem não ficou surpreendida com o fim do casamento foi a advogada de Amy... Esta semana, a advogada já trabalhou em dois casos de divórcio envolvendo o Second Life.
O que é o Second Life
Não é um jogo, mas sim uma simulação da vida real, onde, sem regras estabelecidas, os utilizadores (representados por figuras animadas) não têm qualquer espécie de limite. Discotecas, campos de golfe, bancos, ilhas privadas, escolas, casinos, transportes, lojas, jornais, sexo, enfim... no Second Life há de tudo, tal como "cá fora".
Tecnicamente o SL é um MMPORG (Massively-Multiplayer Online Roleplaying Game). Como o nome indica, MMPORGs são mundos virtuais online orientados para suportar um grande número de utilizadores. As primeiras aplicações a surgir nesta área foram os jogos Guild Wars e World of Warcraft. Através do pagamento de uma mensalidade fixa, os jogadores destas aplicações vivem num mundo de combate, onde vão evoluindo a sua personagem, depois de cumprir vários objectivos, comprando armaduras, golpes, truques, etc. A diferença é que o SL dá ao utilizador a oportunidade de fazer o que quiser. Não consiste somente em matar monstros feios e é essencialmente social e desprovido de objectivo.
O aspecto mais impressionante do Second Life é que tem uma economia e moeda própria. Compra-se, vende-se, aluga-se, leiloa-se em dinheiro virtual e real.
O SL está dividido em regiões. Essas regiões chamam-se "sims" e são independentes uns dos outros. A geografia do SL consiste num continente, em que os "sims" são todos adjacentes e se pode facilmente ir a pé de um para o outro. Também existem ilhas, que são "sims" privados aos quais só é possível aceder via "teleport" (teletransporte). Existem aviões, carros e, claro, horas de ponta... quando muitos utilizadores se juntam no mesmo sítio.
Com a moeda local, os "linden dollars", os habitantes podem comprar roupas para o seu "avatar", terras, imóveis, produtos e serviços virtuais que depois podem gerar receitas efectivas. Há mesmo quem "viva" no jogo a construir objectos para outros utilizadores ou a arrendar propriedades virtuais.
...uma traição virtual deu origem a um divórcio real. A história é simples de contar: Uma mulher britânica, de 28 anos, descobriu que o marido tinha uma amante no Second Life. Já andava desconfiada e pagou até a um detective para investigar a "segunda" vida do cônjuge.
A vida em comum do casal chegou ao fim depois da britânica ter "apanhado" em flagrante, por duas vezes, o "avatar" (personagem virtual) do marido a ter relações sexuais com outra personagem do Second Life.
Curiosamente, o casal, agora desunido, conheceu-se pela Internet, em 2003, num "chat" de conversação. Amy Taylor e David Pollar estiveram casados três anos e além da cerimónia religiosa assinalaram o matrimónio numa festa tropical no Second Life.
Quem não ficou surpreendida com o fim do casamento foi a advogada de Amy... Esta semana, a advogada já trabalhou em dois casos de divórcio envolvendo o Second Life.
O que é o Second Life
Não é um jogo, mas sim uma simulação da vida real, onde, sem regras estabelecidas, os utilizadores (representados por figuras animadas) não têm qualquer espécie de limite. Discotecas, campos de golfe, bancos, ilhas privadas, escolas, casinos, transportes, lojas, jornais, sexo, enfim... no Second Life há de tudo, tal como "cá fora".
Tecnicamente o SL é um MMPORG (Massively-Multiplayer Online Roleplaying Game). Como o nome indica, MMPORGs são mundos virtuais online orientados para suportar um grande número de utilizadores. As primeiras aplicações a surgir nesta área foram os jogos Guild Wars e World of Warcraft. Através do pagamento de uma mensalidade fixa, os jogadores destas aplicações vivem num mundo de combate, onde vão evoluindo a sua personagem, depois de cumprir vários objectivos, comprando armaduras, golpes, truques, etc. A diferença é que o SL dá ao utilizador a oportunidade de fazer o que quiser. Não consiste somente em matar monstros feios e é essencialmente social e desprovido de objectivo.
O aspecto mais impressionante do Second Life é que tem uma economia e moeda própria. Compra-se, vende-se, aluga-se, leiloa-se em dinheiro virtual e real.
O SL está dividido em regiões. Essas regiões chamam-se "sims" e são independentes uns dos outros. A geografia do SL consiste num continente, em que os "sims" são todos adjacentes e se pode facilmente ir a pé de um para o outro. Também existem ilhas, que são "sims" privados aos quais só é possível aceder via "teleport" (teletransporte). Existem aviões, carros e, claro, horas de ponta... quando muitos utilizadores se juntam no mesmo sítio.
Com a moeda local, os "linden dollars", os habitantes podem comprar roupas para o seu "avatar", terras, imóveis, produtos e serviços virtuais que depois podem gerar receitas efectivas. Há mesmo quem "viva" no jogo a construir objectos para outros utilizadores ou a arrendar propriedades virtuais.
LOCAL
São Pedro do Sul
O Serviço de Urgência Básico de S. Pedro do Sul, um dos quatro que vão ser criados no distrito de Viseu, está pronto para entrar em funcionamento. "A abertura deverá acontecer no próximo dia 24", revelou o presidente da autarquia, António Carlos Figueiredo.
São Pedro do Sul
O Serviço de Urgência Básico de S. Pedro do Sul, um dos quatro que vão ser criados no distrito de Viseu, está pronto para entrar em funcionamento. "A abertura deverá acontecer no próximo dia 24", revelou o presidente da autarquia, António Carlos Figueiredo.16.11.08
Ensaio Sobre a Cegueira
Título original: Blindness
De: Fernando Meirelles
Com: Julianne Moore, Mark Ruffalo, Alice Braga, Gael García Bernal
Género: Dra, Thr
Classificação: M/16
BRA/CAN/JAP, 2008, Cores, 111 min.
Título original: Blindness
De: Fernando Meirelles
Com: Julianne Moore, Mark Ruffalo, Alice Braga, Gael García Bernal
Género: Dra, Thr
Classificação: M/16
BRA/CAN/JAP, 2008, Cores, 111 min.
"É PROVÁVEL que Ensaio sobre a Cegueira seja um dos melhores romances de José Saramago. De certeza que é o mais difícil de ser adaptado ao cinema. Porquê? Porque é um livro onde o essencial decorre no interior dessa espécie de terror sem nome a que se chama cegueira branca, epidemia que ataca o mundo — salvo uma mulher — e produz o apocalipse, a desagregação da sociedade, o caos. Mas isso é dado de uma forma quase subjectiva, interior e o cinema é a arte da objectivação, da tradução em imagens."
"Sentir a cegueira e mostrar a cegueira não são a mesma coisa, são mesmo coisas antagónicas. Além disso, a cegueira é uma gigantesca metáfora e o cinema dá-se mal com metáforas, eu acho mesmo que deviam ser proibidas, a não ser que o realizador se chame Eisenstein. Saramago já vira a metáfora da península à deriva afundar-se no filme lamentável onde se adaptou A Jangada de Pedra. Com Ensaio sobre a Cegueira temia-se o pior. Daí que o desafio enfrentado por Fernando Meirelles fosse de monta."
"Espantem-se os cépticos: Meirelles conseguiu um equivalente fílmico tão próximo da respiração do romance quanto é possível. Sobretudo na zona de mais problemática adaptação (toda a parte que decorre no interior do campo de concentração dos «doentes» quando a desagregação da decência humana é rápida pela instalação de relações de hierarquia e de poder), consegue fazer com que a imagem se desligue da fatalidade naturalista e crie (por efeitos de rarefacção cromática, de excessiva proximidade, de alguma deriva), uma sensação de anarquia, de sufocante apodrecimento da realidade. Por outro lado, sempre que objectivou o caos — estou a lembrar-me dos planos abertos na cidade devastada, com os cegos em anárquica deambulação —, Meirelles suporta um outro alento, muito diferente do pânico da anarquia que invade a maior parte da fita."
"A objectivação tem o peso de um requiem — e é quase um lamento sobre o fim de uma certa beleza civilizacional que Ensaio sobre a Cegueira deixa transparecer. Adaptar uma peça maior da literatura é sempre um empreendimento que não se recomenda. No melhor dos casos, costuma dar lugar a divagações caprinas, como na anedota de Hitchcock sobre se é melhor o filme ou o livro. E hão-de ficar sempre ressentimentos a medrar num sítio qualquer. Não aqui."
Jorge Leitão Ramos, Expresso de 15/11/2008
14.11.08
LOCAL
São Pedro do Sul
A Câmara Municipal de S. Pedro do Sul, em colaboração com a Autoridade Florestal Nacional (AFN), está a implementar no concelho, pelo segundo ano consecutivo, a rede primária de faixas de gestão de combustíveis. Os trabalhos de limpeza da floresta começam no próximo dia 17 de Novembro (segunda-feira) e abrangem o perímetro florestal que vai da Landeira, na freguesia de Santa Cruz da Trapa, à Serra da Arada, num total de 40 hectares (ha).
São Pedro do Sul
A Câmara Municipal de S. Pedro do Sul, em colaboração com a Autoridade Florestal Nacional (AFN), está a implementar no concelho, pelo segundo ano consecutivo, a rede primária de faixas de gestão de combustíveis. Os trabalhos de limpeza da floresta começam no próximo dia 17 de Novembro (segunda-feira) e abrangem o perímetro florestal que vai da Landeira, na freguesia de Santa Cruz da Trapa, à Serra da Arada, num total de 40 hectares (ha). 13.11.08
12.11.08
LOCAL
São Pedro do Sul
Livraria Café abre em S. Pedro do Sul...
São Pedro do Sul
Livraria Café abre em S. Pedro do Sul...
...vai abrir ao público no próximo dia 14 de Novembro, sexta-feira, às 21h30, a Sabores do Livro, um novo espaço que irá funcionar como livraria/café e local de encontro de quem gosta de partilhar leituras e conversas, num ambiente intimista e familiar.
“Ao abrir a Sabores do Livro, em S. Pedro do Sul, pretendo, por um lado, concretizar um sonho muito antigo, sendo por isso um investimento afectivo. Por outro lado, procuro realizar um investimento comercial, que julgo fazer sentido tendo em conta a realidade local, pois não existe qualquer livraria na zona, o que obriga os consumidores de produtos culturais a deslocarem-se a Viseu ou a Aveiro”, salienta José Roque, proprietário do espaço.
Além de assegurar a comercialização de livros e um serviço de cafetaria, a Sabores do Livro acolherá diversas actividades culturais, desde a realização de conferências, tertúlias, sessões de poesia e pequenos quadros teatrais, de forma a fomentar a partilha de ideias, o gosto pela leitura e a fruição do tempo livre de uma forma saudável e prazenteira.
Na inauguração, estará presente o escritor e dramaturgo Jaime Gralheiro, que irá apresentar alguns textos do seu novo livro A Caminho do Nunca? Ou Minha loucura outros que a tomem..., segundo o autor “um emaranhado de pequenas estórias inventadas que sobem pela árvore da História de Portugal, dos anos 60, acima, tudo formando um grande painel em carne viva daquele tempo português. Que vale mais: a História seca ou as estórias humanas do dia-a-dia que lhe dão sentido?”. A apresentação da obra, nas bancas no início do próximo ano, servirá de mote a uma conversa sobre o tema que se pretende alargada a todos os presentes.
“Ao abrir a Sabores do Livro, em S. Pedro do Sul, pretendo, por um lado, concretizar um sonho muito antigo, sendo por isso um investimento afectivo. Por outro lado, procuro realizar um investimento comercial, que julgo fazer sentido tendo em conta a realidade local, pois não existe qualquer livraria na zona, o que obriga os consumidores de produtos culturais a deslocarem-se a Viseu ou a Aveiro”, salienta José Roque, proprietário do espaço.
Além de assegurar a comercialização de livros e um serviço de cafetaria, a Sabores do Livro acolherá diversas actividades culturais, desde a realização de conferências, tertúlias, sessões de poesia e pequenos quadros teatrais, de forma a fomentar a partilha de ideias, o gosto pela leitura e a fruição do tempo livre de uma forma saudável e prazenteira.
Na inauguração, estará presente o escritor e dramaturgo Jaime Gralheiro, que irá apresentar alguns textos do seu novo livro A Caminho do Nunca? Ou Minha loucura outros que a tomem..., segundo o autor “um emaranhado de pequenas estórias inventadas que sobem pela árvore da História de Portugal, dos anos 60, acima, tudo formando um grande painel em carne viva daquele tempo português. Que vale mais: a História seca ou as estórias humanas do dia-a-dia que lhe dão sentido?”. A apresentação da obra, nas bancas no início do próximo ano, servirá de mote a uma conversa sobre o tema que se pretende alargada a todos os presentes.
10.11.08
007 - Quantum of Solace
Título original: 007 - Quantum of Solace
De: Marc Forster
Com: Daniel Craig, Judi Dench, Olga Kurylenko
Género: Acç, Dra
Classificacao: M/12
EUA/GB, 2008, Cores, 105 min.
Título original: 007 - Quantum of Solace
De: Marc Forster
Com: Daniel Craig, Judi Dench, Olga Kurylenko
Género: Acç, Dra
Classificacao: M/12
EUA/GB, 2008, Cores, 105 min.
"PARECE-ME que é já ponto aceite por todos os «bondistas», que o seu herói com ordem para matar reencontrou, finalmente, a imagem perfeita que marcara a sua aparição em 1962 na pele de Sean Connery. Mas a perfeição possível que se possa achar em Daniel Craig como intérprete da figura do agente 007 não é apenas uma questão física, mas também uma forma de «atitude» que nasce da sua adaptação ao mundo de hoje, bastante longe dos tempos da «guerra fria», entre «bons» (os nossos) e «maus» (os outros), um tempo em que esta dicotomia simplista perdeu qualquer sentido."
"Simultaneamente, como personagem, a figura até aqui mais ou menos explorada do «espião», começou a perder razão de ser, tornando-se mais complexa e problemática. O ponto de viragem pode situar-se em 2002 com a aparição da figura de Jason Bourne em The Bourne Identity, interpretada por Matt Damon, este também, um agente secreto (da CIA) com «ordem para matar». James Bond não poderia, agora, voltar à velha fórmula. O seu último filme segundo as normas clássicas da «franchise» é desse mesmo ano: 007 — Morre Noutro Dia, despedida de Pierce Brosnan. Adeus também às engenhocas e a Q, o homem delas."
"Casino Royale, a estreia de Craig como Bond data de 2006 e apresenta já as mudanças resultantes dessas influências, em particular o estilo de montagem moderno que faz acelerar a acção patente no segundo Bourne, Supremacia dirigido por Paul Greengrass. É evidente que este estilo, levado à perfeição por Greengrass em Ultimato influenciou toda a produção de Quantum of Solace e inclusive o trabalho de Marc Forster (autor de filmes como O Menino de Cabul e À Procura da Terra do Nunca), uma inesperada (mas óptima) substituição de Martin Campbell que dirigira Casino Royale."
"Pessoalmente, considero Quantum of Solace o melhor Bond depois de Ordem para Matar e Goldfinger. Há uma cena que «homenageia» este filme: a morte de uma «Bond Girl» que copia a famosa cena da rapariga «dourada» de Goldfinger, sendo o ouro substituído por petróleo, que, aparentemente, está na base do conflito (quando, no fim de contas, a riqueza natural em disputa é, inesperadamente, mas não muito, outra, como verão). Outra aproximação da nova saga de Bond com a de Bourne tem a ver com a construção narrativa. Apesar de se poder ver como uma aventura autónoma, Quantum of Solace surge como uma continuação imediata de Casino Royale. A acção, aliás, começa praticamente vinte minutos depois da cena de conclusão do anterior. Isto não obriga ao visionamento do primeiro filme, mas sempre é aconselhável. Tal fórmula, no fim de contas, tem já em conta a estratégia do mercado de DVD para a futura venda. Esse começo expõe também tudo o que de novo tem surgido no campo do «thriller» de espionagem, quer no cinema quer na televisão. Tal como nos filmes de Bourne, como na série de televisão 24, também a organização de Bond (o clássico MI6) está infiltrada pelo inimigo, que quase abate M (a insubstituível Judi Dench), e Bond será, também, durante algum tempo, colocado «fora-da-lei», enquanto prossegue a sua busca dos assassinos de Vesper."
"Pelo que vimos, James Bond tem mais vidas que um gato e promete continuar as suas proezas por muito tempo. E ainda bem."
Manuel Cintra Ferreira, Expresso de 08/11/2008
Manuel Cintra Ferreira, Expresso de 08/11/2008
Em apenas duas semanas...
...ouvi Manuela Ferreira Leite bater-se contra o vertiginoso aumento do salário mínimo em 24 euros e defender que as obras públicas só dão emprego a ucranianos e cabo-verdianos. Depois disto, julguei que a direita portuguesa tinha fechado por uns dias a loja do absurdo. Ingenuidade a minha. Agora foi a vez de Maria José Nogueira Pinto. Segundo a senhora, ninguém terá atacado a criação do suplemento solidário para idosos porque “em momentos eleitorais não se pode dizer nada, coitadinhos dos velhotes”. Eles precisam é de serviços do Estado, “não precisam de 80 euros para ir beber cervejas, para ir comer doces, que são diabéticos e ficam doentes, para serem roubados pelos filhos”. Há frases que por se comentarem a si próprias deixam pouco espaço para o adjectivo publicável em jornais sérios.
Daniel Oliveira, Expresso de 08/11/2008
Daniel Oliveira, Expresso de 08/11/2008
LOCAL
Vouzela
A Polícia Judiciária de Aveiro procedeu à identificação e detenção de um servente da construção civil, com a idade de 19 anos, presumível autor dos crimes de violação e roubo, dos quais foi vítima uma mulher com 64 anos. Os factos ocorreram numa povoação da periferia do concelho de Vouzela, ao princípio da noite da última quinta-feira, e causaram enorme consternação no seio da população local em consequência da extrema violência que os rodeou...
Vouzela
A Polícia Judiciária de Aveiro procedeu à identificação e detenção de um servente da construção civil, com a idade de 19 anos, presumível autor dos crimes de violação e roubo, dos quais foi vítima uma mulher com 64 anos. Os factos ocorreram numa povoação da periferia do concelho de Vouzela, ao princípio da noite da última quinta-feira, e causaram enorme consternação no seio da população local em consequência da extrema violência que os rodeou...9.11.08
7.11.08
Nem a Palin...
As palavras são do primeiro-ministro José Sócrates na extensa entrevista que concedeu no último fim-de-semana: "Sou, digamos assim, da geração Kennedy. Essa eleição representou já um momento histórico. Lembro-me do debate que houve na América quando, pela primeira vez, um católico se candidatou a presidente. O próprio Kennedy teve de vincar bem que nunca receberia ordens do Papa enquanto presidente dos EUA. Lembro-me bem do que isso significou."
Nos meios socialistas e não só estas palavras causaram espanto ou perplexidade. O caso não é para menos: se a biografia oficial está correcta, José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa nasceu no dia 6 de Setembro de 1957 em Vilar de Maçada, concelho de Alijó, distrito de Vila Real. E John F. Kennedy foi eleito presidente dos EUA em Novembro de 1960, com uma vantagem de 112 881 votos sobre o republicano Richard Nixon. Isto é, nesse tempo José Sócrates tinha três anos de idade. Perante estes factos, há quem entenda que o primeiro-minitro é um sobredotado. Mas há quem tenha outra explicação para este facto extraordinário. A certidão de nascimento pode ter sido adulterada por alguém ou o registo ter sido feito mais tarde e Sócrates ser mais velho do que pensa.
As palavras são do primeiro-ministro José Sócrates na extensa entrevista que concedeu no último fim-de-semana: "Sou, digamos assim, da geração Kennedy. Essa eleição representou já um momento histórico. Lembro-me do debate que houve na América quando, pela primeira vez, um católico se candidatou a presidente. O próprio Kennedy teve de vincar bem que nunca receberia ordens do Papa enquanto presidente dos EUA. Lembro-me bem do que isso significou." Nos meios socialistas e não só estas palavras causaram espanto ou perplexidade. O caso não é para menos: se a biografia oficial está correcta, José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa nasceu no dia 6 de Setembro de 1957 em Vilar de Maçada, concelho de Alijó, distrito de Vila Real. E John F. Kennedy foi eleito presidente dos EUA em Novembro de 1960, com uma vantagem de 112 881 votos sobre o republicano Richard Nixon. Isto é, nesse tempo José Sócrates tinha três anos de idade. Perante estes factos, há quem entenda que o primeiro-minitro é um sobredotado. Mas há quem tenha outra explicação para este facto extraordinário. A certidão de nascimento pode ter sido adulterada por alguém ou o registo ter sido feito mais tarde e Sócrates ser mais velho do que pensa.
6.11.08
3.11.08
A Turma
Título original: Entre les Murs
De: Laurent Cantet
Género: Dra
Classificação: M/12
FRA, 2008, Cores, 128 min.
"Basta ler as entrevistas concedidas por Cantet acerca de A Turma para perceber a centralidade do papel desempenhado pela improvisação na elaboração do filme. Na verdade, é ela que instaura uma circulação a três tempos entre os territórios do documental e do ficcional, convidando o realizador a partir primeiro das situações reais da vida escolar que se encontram descritas no livro de Bégaudeau, a ficcionar depois essas situações para alinhavar um guião funcional e a sintetizar por fim o real e o ficcional através do confronto do guião com os actores do espaço escolar, isto é, com os alunos, professores, pais e directores da escola Françoise Dolto, que foram modificando o argumento nos ateliers de improvisação criados pela equipa de Cantet durante os trabalhos de pré-produção do filme."
"Ora, para conciliar essa ficção que deseja experimentar-se no purgatório do real com esse real que deseja ser transfigurado pelos travestis da ficção, as três câmaras de vídeo digital de alta definição utilizadas por Cantet tratarão de reduzir ao mínimo indispensável as marcas da sua presença, encerrando-se claustrofobicamente no interior dos espaços escolares (como quem diz que a escola é aqui sempre vista a partir de dentro) e concentrando-se sobretudo no ringue de boxe da sala de aula onde, por meio de jogos de linguagem e de poder, o professor Bégaudeau e os seus alunos vão concebendo sem plano prévio uma sociedade em miniatura."
Título original: Entre les Murs
De: Laurent Cantet
Género: Dra
Classificação: M/12
FRA, 2008, Cores, 128 min.
"Recriação do livro com o mesmo nome publicado por François Bégaudeau em 2006 (que relata a sua experiência como professor de francês do 8º ano num liceu de Paris), esta quinta longa-metragem de Laurent Cantet constitui, ao mesmo tempo, um belo olhar sobre a escola como espaço do improviso e um belo ensaio sobre o cinema como arte da improvisação. De facto, aqui, o objecto de estudo (a escola) e o seu suporte formal (o cinema) parecem articular-se em perfeita unidade: a escola empresta ao cinema o método de improvisação que define o seu funcionamento (permitindo assim ao cinema superar a velha oposição instituída entre o documentário e a ficção) e, em contrapartida, o cinema devolve à escola o olhar improvisado que por breves momentos arriscou fazer seu (permitindo assim à escola escapar à demagogia dos discursos politicamente preconcebidos). Mas, comecemos pelo cinema."
"Basta ler as entrevistas concedidas por Cantet acerca de A Turma para perceber a centralidade do papel desempenhado pela improvisação na elaboração do filme. Na verdade, é ela que instaura uma circulação a três tempos entre os territórios do documental e do ficcional, convidando o realizador a partir primeiro das situações reais da vida escolar que se encontram descritas no livro de Bégaudeau, a ficcionar depois essas situações para alinhavar um guião funcional e a sintetizar por fim o real e o ficcional através do confronto do guião com os actores do espaço escolar, isto é, com os alunos, professores, pais e directores da escola Françoise Dolto, que foram modificando o argumento nos ateliers de improvisação criados pela equipa de Cantet durante os trabalhos de pré-produção do filme."
"Ora, para conciliar essa ficção que deseja experimentar-se no purgatório do real com esse real que deseja ser transfigurado pelos travestis da ficção, as três câmaras de vídeo digital de alta definição utilizadas por Cantet tratarão de reduzir ao mínimo indispensável as marcas da sua presença, encerrando-se claustrofobicamente no interior dos espaços escolares (como quem diz que a escola é aqui sempre vista a partir de dentro) e concentrando-se sobretudo no ringue de boxe da sala de aula onde, por meio de jogos de linguagem e de poder, o professor Bégaudeau e os seus alunos vão concebendo sem plano prévio uma sociedade em miniatura."
"Sejamos claros: A Turma não quer ver a escola como uma abstracção ideologicamente construída, mas como uma realidade em processo de construção, ou seja, como um perpétuo exercício de improvisação da cultura e da identidade que reflecte à sua maneira as tensões da sociedade na qual se enquadra. Assim, ao método de trabalho improvisado que estrutura o filme, responde agora, em contraponto, a lógica improvisada que estrutura o objecto do seu olhar. Da sua adequação recíproca nascerá uma obra justa, orgânica e inteira que prefere ir à escola em vez de ficar no gabinete a legislar sobre ela."
Vasco Baptista Marques, Expresso de 01/11/2008
Sócrates obviamente nunca faria uma cena daquelas num conselho europeu, e nessa diferença está a rebaixar os seus anfitriões, como se estivesse ali a fazer de sr. Oliveira da Figueira, a trocar umas contas de vidro por ouro entre os tuaregues do deserto. Sócrates falava para os "índios".
O ex-líder do PSD Luís Filipe Menezes considera o discurso da actual direcção do PSD “triste, sombrio, sincopado, esterilmente agressivo e incoerente”, num artigo de opinião publicado hoje que ocupa uma página do “Jornal de Notícias”, com o título “Porque não se cala, porque não se vai?”1.11.08
LOCAL
São Pedro do Sul
...o presidente da extinta Região de Turismo Dão Lafões, Adriano Azevedo, vai ocupar uma das sete vice-presidências da direcção da nova Entidade Regional do Turismo do Centro (ERTC).
As eleições para a ERTC decorreram na segunda-feira, dia 27. A lista única, liderada por Pedro Machado, foi eleita com 93 por cento dos votos.
Adriano Azevedo prepara-se para tomar conta da promoção turística do Centro, ou seja, será um dos executivos na vida do novo organismo.
Com este novo cargo, Adriano Azevedo, que também ocupa a vice-presidência da Câmara de S. Pedro do Sul, poderá ter que deixar de exercer tais funções a tempo inteiro, para abraçar o novo desafio. Em declarações à Rádio Noar, o responsável não contrariou essa possibilidade, deixando tudo em aberto para o que possa acontecer nos próximos dias.
São Pedro do Sul
...o presidente da extinta Região de Turismo Dão Lafões, Adriano Azevedo, vai ocupar uma das sete vice-presidências da direcção da nova Entidade Regional do Turismo do Centro (ERTC).As eleições para a ERTC decorreram na segunda-feira, dia 27. A lista única, liderada por Pedro Machado, foi eleita com 93 por cento dos votos.
Adriano Azevedo prepara-se para tomar conta da promoção turística do Centro, ou seja, será um dos executivos na vida do novo organismo.
Com este novo cargo, Adriano Azevedo, que também ocupa a vice-presidência da Câmara de S. Pedro do Sul, poderá ter que deixar de exercer tais funções a tempo inteiro, para abraçar o novo desafio. Em declarações à Rádio Noar, o responsável não contrariou essa possibilidade, deixando tudo em aberto para o que possa acontecer nos próximos dias.
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